Igrejas em Obra de Restauração » 2010 » janeiro

Adicionado em janeiro, 2010

28
jan

Falando ao vento

   Postado por: Daniel Alves Pena    em COLUNA - Sinceridade

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Existem momentos em que parece que estamos falando ao vento e que ninguém da ouvido a verdade, pois parecem estar cauterizados pelo costume religioso e metódico da mensagem de auto ajuda que muitos tem pregado. Nessas horas parece que Deus não tem respondido ao nossos clamor e parece que estamos remando contra a correnteza. Esses momentos são importantes na caminhada pois nos faz refletir e entender que somos homens e que normalmente estamos ansiosos em ver Deus agir e começamos a pensar que ele agirá no tempo em que determinamos inconscientemente em nosso ser.

Em uma via existem muitos veículos, uns mais a frente outros mais atrás, a velocidade nem sempre garante chegar primeiro, mas cabe a nós não perdermos a direção para alcançarmos o objetivo.
Se chegarmos na frente teremos que esperar com paciência que outros nos alcance.
Ou seja se alguns ainda estão no CA e você já está na faculdade tenha paciência com os que agora são iguais a você no inicio.
Não procure falar de Calvino para quem ainda não conhece Jesus.
Não fale da herança sem antes relatar o conteúdo do testamento.
O que precisamos é de ações a longo e médio prazo para que pessoas possam entender na pratica o que em sua maioria somente ouvem e não praticam.

Em um desses momentos refresquei minha alma com esta passagem Bíblica, Lucas 3:4 – 6 “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai as suas veredas. Todo o vale se encherá e se abaixará todo o monte e o outeiro; e os caminhos escabrosos se aplanarão; e toda a carne verá a salvação de Deus.”

Notei que a frase Voz que clama no deserto, me deu um alento maior se perceber que o deserto é um lugar vazio e desprovido do cociente humano.

Isaías 55:10-13 “Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz e prosperá naquilo para que a enviei. Porque com alegria saireis, e em paz sereis guiados; os montes e os outeiros exclamarão de prazer perante a vossa face, e todas a árvores do campo baterão palmas. Em lugar do espinheiro crescerá a faia, e em lugar da sarça crescerá a murta: o que será para o Senhor por nome, por sinal eterno, que nunca se apagará.”

A palavra do Senhor nunca volta vazia, ele é como a chuva que molha a terra e nós não a vemos abaixo do solo, mas ela está regando sementes que em muitas das vezes sairemos do lugar e não veremos crescer, podendo até um dia voltar ao mesmo lugar e desapercebidamente repousarmos debaixo de uma arvore que sem que saibamos foi regada pela chuva que vimos, mas não vimos a semente germinar.

Se estás passando por esses momentos, lembre-se que “Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz e prosperá naquilo para que a enviei”, assim diz o senhor.

Pregue, pregue, pregue e não desanime, pois mesmo que não entendam a forma com certeza conhecerão o conteúdo mais adiante.

Por / Daniel Alves Pena

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25
jan

A Produtividade da Tribulação

   Postado por: Daniel Alves Pena    em COLUNA - Palavra Espiritual

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“… sabendo que a tribulação produz…” (Rm 5.3)

Nunca imaginei – na verdade, nunca imaginamos – passar por momentos tão difíceis em minha caminhada com Jesus. Nestes primeiros dias de 2010, minha mãezinha querida, amada e exemplo de fé, teve sua perna esquerda amputada. Para ela, tanto quanto para mim, foi um grande abalo. Não da fé; mas, das emoções. Ela, que para mim, sempre foi exemplo de dedicação, honestidade, fibra, independência, amor, responsabilidade, fidelidade em tudo, principalmente nas coisas do Senhor, continua sendo, até no leito de dor. Digo isto, porque mesmo em um leito de hospital sendo preparada para a cirurgia, não deixou de me recomendar, pessoalmente, o pagamento de suas contas, a entrega de seu dízimo e de seu “kilo” no culto da assistência social.

Diante de tudo isso, lembrei-me de um texto de Caio Fábio sobre a igreja de Esmirna. Uma igreja em perseguição e tribulação. Ele diz que “a tribulação é sempre produtiva. E, que quase toda vez que a palavra “produz” aparece no Novo Testamento, ela está sempre associada à “tribulação”. Então me perguntei: O que pode produzir a tribulação?

A tribulação produz a definição do ser. Ela produz consistência interior. Ela acaba com a dubiedade do ser. Na tribulação, é ou não é. Quando vi minha mãezinha reagindo com firmeza ante a notícia de amputação da perna, só tive a confirmação de que estava diante de uma heroína da fé, segundo Hebreus 11. Ou seja: nestas horas só se serve a Deus pelo que Ele é. Nestas horas se honra a fé, e não se espera ser honrado por ela.

A tribulação produz a verdadeira motivação do serviço fiel a Deus. A maioria dos que dizem servir a Deus, desconhece sua verdadeira motivação. Isto porque, parece já está no automático o fato de nos relacionarmos com o próximo e com a vida com motivações baseadas na compensação. Isto em relação à conjugalidade, a amizade, a profissão, a vida cristã, etc. Se não houver um retorno compensador por parte da pessoa ou do compromisso assumido, começamos a repensar nosso vínculo de fidelidade. Em outras palavras: nossa fidelidade, na maioria das vezes, não tem base na única motivação válida para Deus: o amor. Ela sempre tem suas bases na compensação. De modo que em quase tudo na vida, onde não recebemos a tal compensação, somos infiéis. O servir a Deus com fidelidade deve ter suas bases motivacionais no amor. E só a tribulação produz tal motivação. Minha mãezinha provou isto para mim quando em nenhum momento lançou no rosto de Deus os vinte anos de serviço, entrega de dízimos e dedicação à obra.

A tribulação produz confiança e esperança. Deus não é Deus de confusão. E se há um modo de não nos confundirmos com Deus é nos momentos de tribulação. Nestas horas sabemos quem é Deus. O conhecemos melhor. Ele se revela mais profundamente. Não há como se confundir. Não só o conhecemos melhor como somos mais bem conhecidos. Na tribulação temos a certeza do cuidado de Deus. Na tribulação temos a certeza e a esperança do socorro divino e da salvação de outros. Paulo diz aos Coríntios que suas tribulações serviram de caminho e trampolim para a salvação de muitos. É na tribulação que nossa confiança se firma, aparece e se estabelece.

A tribulação produz consolo e consolação. Paulo diz aos Coríntios que somos consolados por Deus em nossas tribulações para que possamos consolar os que também são atribulados com as mesmas consolações que de Deus somos consolados. Só pode consolar quem foi consolado. Isto fala de experiência pessoal. Só quem recebe pode dar. Só quem é consolado pode consolar. Só quem tem experiência pode ajudar. Só quem passa por tribulação pode ajudar outro a passar.

Creio que a partir desta experiência terei mais autoridade na pregação da Palavra e no cuidado de minhas ovelhas. Isto, sem falar de minha mãe-heroína da fé que, com seus 70 anos, terá toda a autoridade para consolar e consolidar os incautos na fé.

Por / Pastor Adriano Moreira

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18
jan

ORDEM DE PASTORES FAZ MUDANÇAS PARA 2010

   Postado por: Daniel Alves Pena    em APOIORT em foco

Arquivo pessoal / presidente

Arquivo pessoal / presidente

A Ordem de pastores da Apoiort reuniu-se no dia 16 de Janeiro no templo sede da Igreja em Itaúna no município de São Gonçalo no Rio de Janeiro. Nesta oportunidade, foram tratados alguns parâmetros relacionados à estrutura da APOIORT para o ano de 2010 e instalou-se um debate para analisar o panorama das eleições da presidência da Associação para 2011. Em relação às eleições, caso haja candidaturas para reeleições, o presidente Nacional da APOIORT deverá deixar o cargo presidencial no dia 31 de Dezembro de 2010, cedendo a responsabilidade ao vice-presidente, a nova regra, estendeu-se também ao presidente do conselho de pastores. A reunião foi presida brilhantemente pelo Sr. presidente do conselho de pastores, o pastor Luiz Fernando Máximo Silvério que apresentou aos pastores a possibilidade de uma reavaliação nos tempos de duração dos eventos da APOIORT . A Igreja em Piabetá, presidida pelo pastor Eliélberth Falcão, encaminhou por carta a apresentação do Ev. Antonio Marcos Cardoso para que este fosse examinado pela banca examinadora ao ministério pastoral. O presidente da Ordem formou a mesa da seguinte forma: Relator: Pastor Adriano Moreira, Pastor Wellington Antunes, Pastor Carlos Alberto Lopes da Silva, Pastor Nilton Gomes e o Pastor Josué Oliveira da Silva. As perguntas fora divididas em questões relacionadas à área Eclesiástica, teológica, vocacional, doutrinária e Bíblica, todas estas perguntas com prévia avaliação pelo presidente do Conselho da APOIORT e pelo Presidente Nacional. O relator da banca examinadora considerou o candidato aprovado e apto a exercer o ministério pastoral, A cerimônia de ordenação, ficará a cargo da Igreja em Piabetá.

NOVOS PASTORES PARA O SUPREMO

Com a chegada de novos pastores, o presidente nacional da APOIORT o pastor Eliélberth Falcão, apresentou a ordem dos pastores a um projeto para a renovação do Supremo Concílio (antiga Comissão de ética), o objetivo é tornar mais democrática e participativa as ações dos pastores da Apoiort e evitar supostas manipulações políticas relacionadas à administração da Associação. Os novos nomes indicados para o supremo foram: Pastor Adriano Moreira, Pastor Wellington Antunes, Pastor Noé Virgílio Fully e o Pastor Josué Oliveira da Silva. Outro nome indicado para ocupar a 5º vaga do Supremo, foi o nome do Pastor José Alves da Região do Estado do Espírito Santo porém, a distancia e as ocupações do campo em Marataizes, podem ser um elemento que poderá impedir a introdução deste nome, entretanto, à integração do pastor José Alves para o cargo no Supremo só dependerá do mesmo.

ELEIÇÕES DISTRITAIS

A ordem de pastores ainda reafirmou a eleição dos distritos que será realizada na assembléia de Abril por ocasião da Semana chamada Santa. Houve apenas uma mudança na forma de eleição. As eleições serão realizadas pelos distritos, ou seja, os distritos escolherão seus coordenadores em uma assembléia regional com as Igrejas arroladas em cada região, o resultado desta assembléia será enviado em forma de ata para executiva nacional que dará posse ao coordenador escolhido pelo distrito. O objetivo das mudanças é criar uma participação mais acentuada por parte das Igrejas e dos distritos para evitar descontentamentos. Esta questão foi debatida pelos pastores com muito carinho e pareceu bem a todos os pastores presentes.

REVISTAS

Divulgação / Conselho Editorial

Divulgação / Conselho Editorial

Também foi apresentado pelo pastor Wellington Antunes uma justificativa pelo atraso da 1º Edição da Revista Fundamento Cristão. Segundo o líder do Departamento de Literaturas, a preocupação de oferecer um trabalho de alto nível tem promovido um cuidado excessivo que já está sendo corrigido pela liderança majoritária do departamento e aproveitou para pedir apoio e compreensão dos pastores. Foi emitida uma circular para as Igrejas filiadas para uma justificação coletiva.

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4
jan

Um ser separada para o desprezo e a injúria

   Postado por: Daniel Alves Pena    em COLUNA - Sinceridade

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Gálatas
19 – Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós.

A cada novo convertido o pastor aumenta sua carga de oração, sempre pedindo a Deus ovelhas mansas e compreensivas.

O dólar subiu a culpara é do Pastor, o Pneus furou a culpa é do pastor.
Se ele visita muito as ovelhas é um a toa.
Se não visita é um orgulhoso e se acha superior.
Se fala com mansidão é mole.
Se fala com rispidez é mal educado.
Se anda bem vestido é vaidoso.
Se anda mal vestido é miserável.
Se chega antes das ovelhas, quer vigiar.
Se chega atrasado , é sem compromisso.
Se exorta sobre o dizimo é avarento.
Se ora pouco, está sem unção.
Se ora muito, quer aparecer.
O pastor não pode ter problemas, querer ficar sozinho e nem tão pouco deixar de sorrir para as ovelhas.
Bem aventurado sois vós os pastores, pois carregam além da sua cruz as frustrações de muitos.

Daniel Alves Pena

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3
jan

Deslizamentos de terra em Angra dos Reis

   Postado por: Daniel Alves Pena    em COMUNICADOS

Nessas horas nos faltam palavras para tentar amenizar a dor, mas gostaríamos de prestar nossa solidariedade e condolências aos parentes das vitimas dessa catástrofe.
Que Deus possa nos abençoar nesses momentos difíceis.
Com pezar, Pastor Elielberth Falcão dos Santos e Todos os Membros da APOIORT.

Divulgação / Globo.com

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RIO – O domingo foi de agonia para os parentes de vítimas dos deslizamentos de terra em Angra dos Reis, que passaram o dia em frente ao Instituto Médico-Legal (IML) do Rio à procura de notícias. Desconsolado, Norberto Pires Reis dizia ainda ter esperanças de encontrar a filha, a gerente geral de vendas Fernanda Muraca, de 27 anos, com vida:

- Não consigo dormir, não consigo comer, não tenho mais prazer nenhum em viver. A Fernanda era uma menina especial, de uma bondade imensa.

Fernanda fazia parte de um grupo de 17 amigos de Arujá, São Paulo, que havia alugado uma casa na Praia do Bananal, na Ilha Grande para passar o réveillon. Com o deslizamento de terra, 11 morreram e quatro conseguiram escapar. Fernanda e a dentista Emanuela Neves, de 32 anos, continuam desaparecidas.

No momento do acidente, Fernanda dormia na parte debaixo de um beliche. Seu namorado, Luiz Henrique, que dormia na cama de cima, foi lançado ao mar e sobreviveu. Neste domingo, o rapaz passou o dia sobrevoando a região no helicóptero de um tio, em busca de sinais da namorada e da amiga.

Ex-sogra de Adauto Souza e avó de Rafaela de Souza, de 8 anos, Luxamorim Coely segurava as fotos dos familiares. Sua filha Luciana e Adauto estavam separados há um ano e esta era a primeira vez que a menina viajava com o pai. O outro neto de Luxamorim, Felipe, de 12 anos, estava com as malas prontas, mas desistiu da viagem na última hora.

- Essa dor é muito grande. Assisti à notícia pela TV, em Santos, e não imaginei que fosse com a gente, disse a avó.

Rafaela morreu com um vestido que a avó havia feito para ela.

Dezoito corpos identificados Pelo Instituto Médico-Legal (IML) do Rio passaram os corpos de 18 vítimas da tragédia em Angra dos Reis, todas identificados. No início da tarde, Danilo Reis dos Santos, 24 anos, reconheceu o corpo de sua mãe, Maria Reis dos Santos, 60 anos no IML do Centro do Rio. O anúncio oficial ainda não foi feito pelo IML. O corpo do outro filho de Maria, Marcelo Reis dos Santos, de 30 anos, já havia sido identificado mais cedo. A família morava na Ilha Grande e Maria trabalhava na Pousada Sankay, atingida pelo deslizamento, mas estava em casa no momento do desabamento.Dos 18 corpos identificados, apenas cinco continuam no IML, os das irmãs Gabriela, de 12 anos, e Giovana Ribaski Repetto, de 9 anos – seus pais continuam internados e a família espera que eles recebam alta para participar do sepultamento. A mãe, Claudia Cristina, está na UTI e embora seu estado seja estável, ela está muito deprimida -, o da tia das meninas Ilza Maria Roland, de 50 anos; o de Maria Reis dos Santos, de 60 anos e de seu filho Marcelo Reis dos Santos, de 30 anos.

Fonte: O Globo.com

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