Igrejas em Obra de Restauração » 2010 » fevereiro

Adicionado em fevereiro, 2010

25
fev

Rio Grande do Sul, cada vez mais próximo

   Postado por: Daniel Alves Pena    em APOIORT em foco, Viagens da APOIORT

654No dia 9 de fevereiro de 2010 a APOIORT recebeu noticias dos trabalhos vindouros que estão sendo iniciados em Rio Grande do Sul.
Em carta endereçada a APOIORT, o Ev. Paulo César Manchado falou das necessidades e dificuldades enfrentadas na região e aguarda um novo contato.

A congregação que está em Rio Grande do Sul ainda não possui um local adequado para congregar, mas já está vendo meios para comprar um terreno na cidade de Gravataí onde construirá a primeira congregação desta Obra no Rio Grande do Sul.

Além da congregação a região possui em Santo Antonio da Patrulha no Litoral do Estado, um ponto de pregação que atende o trabalho da cidade de Camaquã, onde há na Zona Rural do município uma congregação inativa por falta de condições para atendê-la.

O objetivo é estruturar os trabalhos de Gravataí (50 km. da Capital) e Santo Antonio da Patrulha (88 km. da Capital) para então retornar a Camaquã e reativar a Congregação que lá está. Sendo assim, poderemos chegar até a zona Sul do Estado (Cidade de Rio Grande e Pelotas) onde tem sido feito contatos para levar a Obra aquela Região.

Arte / Daniel Alves
Evangelista Paulo César Manchado

Evangelista Paulo César Manchado – Nesta oportunidade que tenho de expressar minha alegria de militar nesta Obra, quero comentar apenas dois versículos da palavra de Deus.

Assim diz as escrituras:

“Disse eu aos nobres, aos magistrados e ao resto do povo: Grande e extensa é a Obra, e nós estamos no muro mui separados, longe uns dos outros. No lugar em que ouvirdes o som da trombeta, para ali acorrei a ter conosco, o nosso Deus pelejará por nós”. Nee. 4. 19-20.

No texto descrito, Neemias começa com os “nobres”, se estende aos “magistrados”, para depois então, chegar ao povo. Isso nos traz a baila que a RESTAURAÇÃO começa na liderança para depois então, chegar ao povo. Em seguida ele se refere à Obra como: “GRANDE e EXTENÇA”, porém, denuncia a falta de união quando diz: “Estamos no muro mui separados, longe uns dos outros”.

Vendo Neemias que a Obra era grande e extensa e que havia desunião, decidiu então unir o povo, deixando bem claro que no momento em que o povo estivesse unido, a peleja não seria mais dele e nem do povo em si, mas do próprio Deus: “O nosso Deus pelejará por nós”.

Portando meus irmãos me tenho fé e a confiança de que quando estivermos todos unidos, a peleja não será mais nossa, mas do nosso Deus, e que nos momentos de dificuldades possamos declarar quantas vezes forem necessárias:

“O NOSSO DEUS PELEJARÁ POR NÓS!”

Que Deus abençoe os irmãos – ore pelo Rio Grande do Sul!

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As Igrejas do 3º Distrito realizaram em São Gonçalo (região metropolitana do Rio de Janeiro), o 1º encontro de Jovens na Igreja em Vila Bela Vista em 2010. Alguns pastores da Região marcaram presença e deram sua contribuição diante dos Jovens do 3º distrito. O pregador da noite, o pastor Josué Oliveira da Silva, mostrou-se motivado diante do brilhante tema escolhido pelos jovens distritais. Igrejas e grupos de outros segmentos evangélicos marcaram presença significante, mostrando o bom entrosamento do pastor Wellington Antunes entre as Igrejas da Região.

No dia 21 de Março de 2010, a região estará reunida para fazer a escolha da Nova Diretoria do 3º distrito que será apresentada na Assembléia Geral de 2010 no Rio de Janeiro. Os nomes dos Pastores da Região que poderão ser indicados são: Pastor José Carlos Peixoto (Igreja El Guaxindiba), Pastor Adalberto (Igreja em Jardim São Lourenço), Pastor Wellington Antunes (Igreja em Vila Bela Vista), Pastor Carlos Alberto (Igreja em Vila Bela Vista) e o Pastor Noé Virgílio Fully (Igreja em Jardim Catarina). Estes são os nomes das Principais lideranças da Região que poderão assumir a presidência do 3º distrito por 2 anos. Segundo informações, ate o final de Março, todos os distritos já estarão com suas diretorias regionais formadas e apresentarão a diretoria executiva da APOIORT em abril.

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22
fev

O Caminho Absoluto do Discípulo

   Postado por: Daniel Alves Pena    em COLUNA - Palavra Espiritual

“Assim… quem não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.” (Lc 14.33)

É impressionante observar em Jesus a indisposição de insistir que alguém o siga. Muito pelo contrário, os Evangelhos registram casos de desestímulo da parte dele a quem se candidatou segui-lo. Isto pela simples razão de que no caminho do discípulo não há espaço para a relativização. Não há relativização no discipulado.

Nesta parábola da providência Jesus implicitamente diz que nem todos estão dispostos a serem discípulos. Diz também, que é preciso preparar-se e conscientizar-se das implicações do discipulado. Diz ainda, que o caminho do discípulo se faz na estrada do absoluto. Veja o que é exigido em caráter absoluto do discípulo que se dispõe a seguir Jesus:

Amor Absoluto. “Se alguém vier a mim, e não aborrecer (amar menos) a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo”. Esta é uma exigência aparentemente absurda. Quem não for capaz de amar a Deus mais do que a própria vida, não pode ser discípulo de Jesus.

Compromisso Absoluto. “E qualquer que não levar a sua cruz… não pode ser meu discípulo”. A expressão “levar a cruz” significava levar um compromisso assumido até o fim. Significava não recuar, não voltar, não desistir. Quem pusesse a mão no arado não podia olhar para trás! Era como um construtor que precisava avaliar previamente as possibilidades de levar a sua construção até o fim. Ou um rei que precisava diagnosticar de antemão as chances de vencer uma guerra. Seguir Jesus é ter a consciência de que o compromisso é eterno!

Entrega Absoluta. “E qualquer que… não vier após mim, não pode ser meu discípulo”. Ser discípulo não é seguir um sistema, uma instituição ou um credo. Ser discípulo não é pertencer a uma igreja, denominação, associação ou convenção. Ser discípulo não é fazer profissão de fé calvinista, arminiana, luterana, anglicana ou pentecostal. Ser discípulo não é seguir vultos da história da igreja, como Calvino ou Armínio. Ser discípulo é seguir Jesus de Nazaré. Só isso, e nada mais.

Renúncia Absoluta. “Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo”. Discípulo que não é capaz de abrir mão de coisas que possui para seguir Jesus, não é discípulo de Jesus. A chamada ao discipulado já carrega em si mesma a renúncia. Pois é uma chamada a deixar a própria vida para ser absorvido pela Vida. Isto pela simples razão de que quem tem o Filho tem a Vida, quem não tem o Filho não tem a Vida. O Pai da fé, Abraão, teve de provar sua renúncia absoluta como discípulo de Jesus no episódio do monte Moriá.

Dito isto, resta-nos apenas a decisão de – após calcularmos as conseqüências da mesma – seguir os passos de Jesus no chão e na estrada do absoluto.

Por Pastor Adriano Moreira

19
fev

A VERDADEIRA OBRA DE RESTAURAÇÃO E OS NARCISISTAS DE PLANTÃO

   Postado por: Daniel Alves Pena    em Palavra da Semana

O excesso de admiração e amor pela própria imagem e por si mesmo tem sido um dos maiores problemas entre as lideranças dos principais segmentos da Obra de Restauração em nosso país. Um amigo ministro me inquiriu numa conversa sobre minha administração na APOIORT e relatou-me que minha visão administrativa gira em torno de uma liderança extremamente representativa, frágil e sem solides, devido minha insistência em não ser candidato em mandatos consecutivos, uma vez que a maioria das convenções defende a idéia de um líder único em quanto bem servir ao cargo. É claro que não hesitei em discordar, não apenas para defender minha tese, mas para defender o poder da palavra como a maior ferramenta de defesa dos preceitos e princípios relacionados ao que pregamos. Na minha visão, todo pastor honesto, digno, convertido, salvo e com habilidades influenciadoras são dignos de estar de frente de uma obra que é Bíblica. Em minha opinião, isso exala a mensagem de que Deus o criador é sempre o “presidente”, o líder por excelência, independentemente de quem seja o homem á frente.

É patente nas escrituras, observar Deus querendo governar, entretanto, o povo, sempre optando por “Sauls” supostamente fortes e bonitos com aparências auto-suficientes. É extremamente constrangedor e mesquinho observar homens presunçosos atribuindo a si mesmo a razão de progressos e avanços e conquistas relacionadas à Obra. Parecem políticos escrevendo nomes em obras sociais, a fim de serem lembrados perpetuamente massageando os egos humanos. O reconhecimento pelo trabalho não se mede pelo bom momento e muito menos pelos atos realizados, mas pela história. O autor de um bom trabalho, deve sempre lembrar que a mão de Deus foi à maior razão de uma boa administração e sempre falando como João Batista: “Eu batizo com água, porém, depois de mim virá um que é maior do que eu que batizará com fogo!”. Se a Obra está crescendo, apenas um nome deve ser glorificado, e esse nome, não é o meu, nem o seu, mas o nome de Jesus, o maior nome da história. Ele é o maior.

Nesse período em que estou liderando a APOIORT, tenho observado de tudo um pouco, porém, tudo que ouço, procuro analisar e colher o que é bom com aquilo que posso usar como elemento cotribuidor para o crescimento. Não há pedagogia mais interessante do que esta, na obra se aprende muito, muito mesmo. A verdadeira Obra de Restauração deve exaltar apenas um nome, apenas um nome está em evidências neste ambiente, sim, como já disse, este nome é o nome de Jesus, porém, este nome não tem recebido o peso devido, em alguns contextos, nomes como o de Mágno Guanaes, do profeta que dormiu, e de outros elementos tem sido mais relevantes do que o nome de Jesus.

Jesus é o presidente da Obra, o profeta e a profecia encarnada para nos conduzir ao progresso do reino. Nossa meta é constituir o reino por meio da Igreja de Cristo tendo como receita o Novo Testamento e o testemunho dos apóstolos.

Em verdade,
PASTOR ELIÉLBERTH FALCÃO

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