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“Nem sempre um sofrimento está associado a uma dor, mas muitas vezes a um sucesso inesperado…”

Pr. Elielberth

Pr. Elielberth

Muitas pessoas sofrem não das dores propriamente dita, mas das conquistas do caminho. A experiência nos diz que as pessoas têm medo daquilo que conquista. Tenho visto, e tratado de irmãos envolvidos nestes contextos. A etimologia da palavra “sucesso”, diz muita coisa e pode nos ajudar nesta análise. Sucesso vem de “cair”, “sucedere”, “ceder”, ou seja, é um acontecimento que “cai”. Esta “queda” refere-se ao grupo, do conforto propriamente dito. Toda pessoa que obtém sucesso, ele se destaca, e este destaque, é marcado pela diferença, a partir daí, surge um campo desconhecido pela pessoa, chamado de “campo da angustia”. O fato de tomar conhecimento de uma diferença imediata provoca na pessoa um pavor relacionado às críticas do meio que a pessoa pertencia.

As criticas dos grupos é algo comum, pois todo grupo é narcísico naturalmente. O sucesso incomoda porque põe em risco a unidade grupal.  A pessoa pode ter muito sucesso, e ser muito solitário ao mesmo tempo. Alguns depois de receber um prêmio ou um reconhecimento público por algo conquistado dizem quase sempre: “O que vão dizer de mim agora!”. O medo da inveja e do chamado “olho grande” é algo que sempre acontece da vida daquele que conquista alguma coisa e isso provoca uma série de complexos na pessoa que se envolve com o sucesso. Esta angustia pode transformar a pessoa em alguém conflitante e muito imperativo no grupo concorrente e conseqüentemente o distancia do grupo que o apóia.

Nem sempre um sofrimento está associado a uma dor, mas muitas vezes a um sucesso inesperado, quando a pessoa não estava pronta para fama, e acaba se envolvendo num mundo do qual jamais se imaginava. Geralmente isso é provocado porque a pessoa não consegue se responsabilizar pelo sucesso adquirido. A partir daí, muitos procuram livros de auto-ajuda para aprender a lidar com o sucesso, e neste caso, diga-se de passagem, que o mercado e vasto em livros desta natureza.

A maioria dos psicanalistas não recomenda os livros de auto-ajuda relacionados ao problema do sucesso, pelo fato da incoerência envolvida. Jorge Forbes diz o seguinte: “Se o livro é de auto-ajuda, como pode se escrito por outra pessoa?!”, segundo ele, isso é uma mentira básica, ou seja, o comentário pode referir-se a ajuda que primeiro relacionou-se ao autor, por isso, não é recomendável. É bem verdade que a declaração de Forbes é discutível, porém, deve-se atentar pela colocação valendo-se da experiência que ele tem na área da psicanálise. Muitos psicanalistas afirmam que os livros de auto-ajuda beneficiam apenas o autor, pois como geralmente não se tem resultados disso, o autor vai editar outro livro que dará continuidade a primeira edição.

Pois bem. Eu tenho uma receita para aqueles que buscam o sucesso. Creio que se deve preparar-se primeiro, pois, é melhor estar preparado e não ter uma oportunidade, do que ter uma oportunidade, e não estar preparado. É preciso preparar-se para as críticas, contestações, perseguições, difamações, pois a fama nos coloca diante de muitos riscos e os riscos sempre nos levarão ao sentimento de angustia, que é criado por uma insegurança gerada pelos críticos de plantão.

Não há como viver sem angustias. Todo ser vivente passa por angustia, seja ele rico, pobre, saudável, enfermo, religioso, ateu, etc. Como disse Forbes, a angustia é como um colesterol, ela não foi feita pra ser excluída, ele quer dizer que existe colesterol bom e ruim, ou seja, existem aquelas angustias boas e as ruins, que inevitavelmente permeiam nosso cotidiano, a diferença entre ambas está no resultado, ou seja, a angustia ruim é quando sua mente fica bloqueada, e seu sentimento é de inutilidade, ao passo que a angustia boa não deixa você se acomodar, fazendo você criar novas habilidades, isto é, a pessoa que deseja ter sucesso deve ultrapassar a expectativa do concorrente.

Jesus continua sendo o modelo a seguir neste aspecto tinha uma mente centrada no Pai, e atribuía sua fama ao fato de que Deus, o Pai, estava o conduzindo de forma a protegê-lo e que a divina mão de Deus estava proporcionando todo transcurso do seu ministério e que as regras estavam sendo ditadas de uma forma que estava ligada a soberania de Deus. As Dores, as conquistas, o sucesso, as angustias, tudo isso, deve ser uma porta aberta para nos levar sempre a um sentimento da necessidade de estar sempre dependente de Deus em todos os centros de nossa vida, Deus é o nosso tutor vitalício e incontestável.

Em verdade,

Pr. E. Falcão

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Ultimamente, tenho escrito e falado muito sobre questões relacionadas ao movimento restaurador e confesso que esta é missão de todos aqueles que militam nesta Obra Bíblica, entretanto, muitos, ainda não conseguiram interpretar-me de forma correta. Todos os dias recebo e-mails de internautas indagando-me a respeito de assuntos relacionados. Fico feliz pelo fato de muitos entenderem que ainda faltam explicações mais profundas em relação ao assunto em pauta.

Recentemente, recebi um convite de um grupo de pessoas que estão afastadas da obra desde os tempos antigos para esclarecer sobre o significado real da mensagem de restauração, estes, buscam explicações mais convincentes sobre o processo de restauração e não entendem quando muitos falam que a promessa de Deus seria que a Igreja se restauraria em toda a sua glória.

Creio que estamos certos quando falamos de restauração. Também creio que temos os elementos para conscientizar a respeito, porém, alguns falham na prioridade. Em muitos os contextos, a prioridade é começar pela indumentária, o que não seria o correto, pois este procedimento pode transformar a pessoa apenas num personagem, e o indivíduo não mergulha nas profundezas deste mistério e apresentam sinais de religiosidade apenas, entretanto não conheceram sequer o amor bíblico.

A pessoa que não tem preparo para ser contestado, e pessoaliza a questão rompendo com o relacionamento, pode estar sofrendo de muitos complexos, traumas, frutos de um ensinamento equivocado sobre restauração. Isso tem sido muito comum entre muitas Igrejas, ou seja, se aquela Igreja não está uniformemente de acordo com a minha, a solução então é se afastar, e estabelecer sanções para aqueles que não endossarem o pensamento do líder daquele ambiente. Isso acontece todos os dias, virou até doutrina!

Jesus jamais ensinou estas coisas, pelo contrário, quando algum movimento se levantava plagiando seus passos, Ele dizia: “Aquele que não é contra nós, é por nós!”. Simples assim. Precisamos urgentemente de pessoas elegantes exatamente com esse perfil, assim, viveremos de fato uma restauração de tudo!

Ósculo santo, Batismo em rio, Pão Ásmo, Lava-Pés, vestes decentes, uso do Véu e tudo relacionado ao externo, devem ser encarados como conseqüências de um encontro verdadeiro com Deus, e não como um objetivo. O Objetivo seria restaurar-se por dentro, buscando o amor primitivo que pairava sobre a Igreja Primitiva, a compaixão, a misericórdia, a comunhão, a pieadade… Até chegar ao momento de ser restaurado todo o ser da pessoa. Isso é ser restaurado em toda a sua glória.

Não é possível restaurar-se se partindo do inverso, pois quando não se conhece o amor primeiramente, não se tolera não se suporta não se consegue olhar com simpatia para os erros de um irmão, não se consegue ter compaixão, ou seja, a pessoa não terá condições de viver um evangelho que cura, que recupera que sara que liberta, a pessoa se transforma num profissional na área religiosa, defende teses, e faz discursos brilhantes relacionados à religião, contudo, não se livra dos ressentimentos, da ira e dos traumas provenientes dos conflitos internos gerados por si mesmo.

As pessoas que não se restauram primeiramente por dentro terão perfil conflitante em todos os ambientes que estiverem isto pela necessidade de auto-afirmação. Mesmo em ambiente familiares, não será possível viver em harmonia, pois estamos falando de situações em que a pessoa desenvolve um problema de princípio, como se tudo partisse mediante o mundo religioso em que esta pessoa vive.

Mesmo que o assunto não esteja relacionado ao contexto religioso, tudo passa a ser avaliado religiosamente, e em muitos dos casos, este personagem não vive o que defende e suas próprias vidas. É como se existisse um palco invisível, e a pessoas estivesse discursando para si mesmo, porém, o mundo real a coloca diante de outra pessoa, daí são gerados os conflitos, inimizades, e rejeições.

Em verdade…

Pr. E. Falcão.

cefe
O século 21 iniciou-se se partindo do ponto terminal do último século. Até então, apenas os políticos encolerizados com ensinos de Maquiavel valiam-se destes artifícios. A auto-suficiência chegou aos arraiais dos santos de forma silenciosa, e hoje, descaradamente, aflora-se nos celeiros dos principais “ícones” das denominações.

O que vemos, na verdade, não são despenseiros do Reino, mas verdadeiros proprietários e síndicos religiosos, onde os templos transformaram-se em locais de guerrilhas e sedes de elementos fundamentais de idéias legalistas e reflexões pessoais e idealistas. O crescimento destes comportamentos se dá pelo fato da maioria do povo ser carente de poder, são pessoas simples que estão em busca de Deus e de soluções para os problemas que a vida proporciona, é aí que entram em cena os ladrões, os mercenários, cheios de frases feitas e aparência de piedade e mostrando um zelo que nunca vive e não é visto nas periferias em que vivem.

Batem no peito e exaltam a si mesmos, como se fossem os únicos a pregarem a verdade. Constituem-se “amigos” de Deus, e quando se sentem coagidos, se calam, entretanto, o silencio não é prudência, mas covardia, pois não podem exalar o veneno, esperam oportunidade para então estabelecer seus intentos falidos e malignos.

É preciso tornarmos imunes a estas pessoas, para isso, temos que ter em mente que o evangelho é de Deus, Ele é o dono do evangelho, somos servos, trabalhadores e temos que seguir a cartilha que Ele escreveu  e que não devemos associar nada ao que está posto. Não somos deuses, e não temos nenhuma porcentagem no programa do evangelho. Mais uma vez eu digo, somos servos, apena servo e nada mais!

Em verdade,

Pr. E. Falcão

Resistência

Resistência

Uma das armas usadas por Jesus contra as afrontas do inimigo foi à resistência. Todo líder compromissado com a causa do Evangelho precisa entender e possuir esta virtude, a virtude de resistir às afrontas, perseguições, oposições, calúnias, etc. Não se deve usar a arma do inimigo, isso pode levá-lo ao mesmo patamar.

Resistir não é cruzar os braços e receber as “bofetadas”, mas continuar no percurso sem hesitar, sem deixar o leme. Revidar aos ataques, ou mesmo defender-se das acusações, das oposições, pode fazer com que você deixe de “construir o muro”. Lembre-se de Neemias, que mesmo sofrendo ataques ferrenhos, resistiu, pois o propósito não era atacar e nem defender-se, mas construir. (Neemias capítulo 2)
A meta do Líder pastor é construir, edificar, consolidar o Reino.

Os elementos para a resistência não se encontra em curso para líderes, na teologia, ou somente na experiência diária, mas na certeza que se está dentro da vontade e do querer de Deus com um coração puro e com as mãos desarmadas, com isso, Deus se encarregará de proteger você, visto que não possuem defesa pessoal, interesses pessoais, que não preiteia a causa própria.

Resistir é não confundir “justiça” com “vingança”, pois, se você fizer justiça sem amor, isto não é justiça, mas vingança. Fazer justiça aqui, não estar relacionado ao exercício arbitrário das próprias razões, mais deixar que Deus por meio do Espírito mostre a verdade. A verdade será sempre a prioridade de Deus, pois Ele é a verdade por excelência!

Resista, prossiga! Deus velará por ti.

Com amor,

Pr. Falcão….

Quarta-feira, 14 de abril de 2010

O excesso de admiração e amor pela própria imagem e por si mesmo tem sido um dos maiores problemas entre as lideranças dos principais segmentos da Obra de Restauração em nosso país. Um amigo ministro me inquiriu numa conversa sobre minha administração na APOIORT e relatou-me que minha visão administrativa gira em torno de uma liderança extremamente representativa, frágil e sem solides, devido minha insistência em não ser candidato em mandatos consecutivos, uma vez que a maioria das convenções defende a idéia de um líder único em quanto bem servir ao cargo. É claro que não hesitei em discordar, não apenas para defender minha tese, mas para defender o poder da palavra como a maior ferramenta de defesa dos preceitos e princípios relacionados ao que pregamos. Na minha visão, todo pastor honesto, digno, convertido, salvo e com habilidades influenciadoras são dignos de estar de frente de uma obra que é Bíblica. Em minha opinião, isso exala a mensagem de que Deus o criador é sempre o “presidente”, o líder por excelência, independentemente de quem seja o homem á frente.

É patente nas escrituras, observar Deus querendo governar, entretanto, o povo, sempre optando por “Sauls” supostamente fortes e bonitos com aparências auto-suficientes. É extremamente constrangedor e mesquinho observar homens presunçosos atribuindo a si mesmo a razão de progressos e avanços e conquistas relacionadas à Obra. Parecem políticos escrevendo nomes em obras sociais, a fim de serem lembrados perpetuamente massageando os egos humanos. O reconhecimento pelo trabalho não se mede pelo bom momento e muito menos pelos atos realizados, mas pela história. O autor de um bom trabalho, deve sempre lembrar que a mão de Deus foi à maior razão de uma boa administração e sempre falando como João Batista: “Eu batizo com água, porém, depois de mim virá um que é maior do que eu que batizará com fogo!”. Se a Obra está crescendo, apenas um nome deve ser glorificado, e esse nome, não é o meu, nem o seu, mas o nome de Jesus, o maior nome da história. Ele é o maior.

Nesse período em que estou liderando a APOIORT, tenho observado de tudo um pouco, porém, tudo que ouço, procuro analisar e colher o que é bom com aquilo que posso usar como elemento cotribuidor para o crescimento. Não há pedagogia mais interessante do que esta, na obra se aprende muito, muito mesmo. A verdadeira Obra de Restauração deve exaltar apenas um nome, apenas um nome está em evidências neste ambiente, sim, como já disse, este nome é o nome de Jesus, porém, este nome não tem recebido o peso devido, em alguns contextos, nomes como o de Mágno Guanaes, do profeta que dormiu, e de outros elementos tem sido mais relevantes do que o nome de Jesus.

Jesus é o presidente da Obra, o profeta e a profecia encarnada para nos conduzir ao progresso do reino. Nossa meta é constituir o reino por meio da Igreja de Cristo tendo como receita o Novo Testamento e o testemunho dos apóstolos.

Em verdade,
PASTOR ELIÉLBERTH FALCÃO

18
nov

MUDANÇAS CUSTAM CARO E OS ERROS PODEM ESTIMULAR O PROGRESSO!

   Postado por: Daniel Alves Pena

“Digamos que restauração precisa deixar um pouco de ser doutrina e tomar a forma de relacionamento…”

“Deus sabia que o Rei Saul não estava preparado para o trono, entretanto, os erros de Saul estimularam o progresso de Davi;”

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Mais uma vez eu vos digo: “quem deseja fazer mudanças, deve estar disposto a pagar o preço”. Muitos desejam mudanças, entretanto, não estão dispostos a pagar o preço, acham que vão deixar em cheque suas lideranças e conseqüentemente, deixarão comprometidas suas convicções. Verdadeiramente a tônica desta palavra “mudança” tem sido recebida por muitos conservadores como uma expressão pejorativa.
Quando aceitei o desafio de administrar a APOIORT, estava convicto que o preço seria alto, mas também estava certo que tinha recebido de Deus as ferramentas para este trabalho. Quando falo em “mudanças”, não me refiro aos pontos doutrinários, não! Nossas doutrinas são causas pétreas, porém, é patente que a forma de aplicação destes preceitos deve ser revisto e cuidadosamente analisados para que o resultado disso seja mais condizente com o poder do evangelho pregado por Jesus Cristo. A restauração precisa ser reflexa na vida, o culto é na vida, nos atos, nos procedimentos. Digamos que restauração precisa deixar um pouco de ser doutrina e tomar a forma de relacionamento. É preciso urgentemente que o perfil de alguns seja algo mais relacional, sim, um relacionamento entre Deus e o crente e que o resultado disso se estenda ao corpo, ou seja, a Igreja de Cristo nos tempos da Restauração. Isso aniquilaria o sectarismo e abriria um caminho para retornarmos a comunhão antiga, onde esta Obra era um só segmento

ERROS PODEM ESTIMULAR O PROGRESSO!
Deus sabia que o Rei Saul não estava preparado para o trono, entretanto, os erros de Saul estimularam o progresso de Davi. Mais uma vez eu vos digo, “os erros podem ter um efeito pedagógico”. Há pessoas que não arriscam mudar porque temem os erros. Todos os grandes homens cometeram grandes erros, embora não seja uma regra para acertar, os erros podem torná-lo poderoso e conhecedor do certo com o devido conhecimento do errado e estes conhecimentos podem levá-lo a um maior índice de acertos levando-o ao progresso, portanto, se sua intenção não for errar para acertar (neste caso, os fins não justificam os meios) arrisque sem remover os limites antigos.
Algumas vezes, Jesus dizia: “Na Lei está escrito, Eu, porém vos digo…”  Isto era uma forma inovada de se estabelecer na verdade a mesma coisa; não houve mudança no objetivo, no propósito, mas mudou-se a forma de se aplicar o ensino, é exatamente isto que temos que reconhecer e aprender a aplicar para termos uma RESTAURAÇÃO” com resultados mais significantes.

Em verdade,
Pr. Eliélberth Falcão,

“O PERFIL DO JOVEM CRISTÃO NO PROCESSO RESTAURADOR”

Divisa:
“Converte-nos a ti, Senhor, e seremos convertidos; renova os nossos dias como dantes” (Lm. 5:21).

conversaoO hebraico informa-nos que os dois verbos apresentados pelo texto proposto são derivados da mesma fonte, embora tenha em seu uso comum uma forma ambígua, podemos com toda segurança fixar esta mensagem a um norte específico. Não quero propor que o texto esteja relacionado ao retorno físico de exilados, mas gostaria de falar sobre um retorno moral, ético e religioso de todos nós que militamos nesta Obra Bíblica de Restauração. Antes de conquistar quaisquer coisas, de viver as promessas de Deus em nós, devemos nos arrepender diante de Deus e voltar ao início de tudo, transportar nossos atos, nossa fé, nossas convicções para o ambiente da Igreja que Cristo instituiu nos tempos dos Apóstolos. No ambiente primitivo, a comunhão entre os irmãos era algo patente, havia respeito entre os apóstolos, quando discordavam em relação a pontos de vistas,reuniam-se com objetivo de que tudo fosse resolvido segundo a orientação do Espírito, as razões eram colocadas a mesa e todos participavam, mesmo se o caso estivesse relacionado aos pactos feitos por Deus aos patriarcas como: circuncisão e costumes dos povos judaicos. A comunhão e o amor estavam acima das leis, dos dogmas e dos costumes culturais, (Atos 15). Hoje, o cenário não é o mesmo; estamos preocupados primeiro em defender nossas teses, nossos pontos de vistas estão acima de uma amizade; optamos em ficar isolados, é como se a igreja fosse uma propriedade particular que adquirimos por meio de esforços humanos, achamos que este esforço deu-nos um título de propriedade religiosa a ponto de romper com tudo e com todos para defender este “patrimônio”. A APOIORT está propondo um retorno aos primeiros dias, um renovo espiritual em todos os termos, um renovo de relacionamento, de ética, de culto, de fé, de vida… Isso é restauração! Espero que este congresso possa trazer a memória somente aquilo que nos dá esperança e nos façam progredir e crescer em graça. Clamo todos os dias por uma restauração de dentro para fora! Aproveitem.

Por: Pastor Eliélberth Falcão

5
out

“Devolvam a minha Igreja!”

   Postado por: Daniel Alves Pena

(O Dogma de não ser Dogmático)

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 Todas as vezes que vou ao campo Capixaba adquiro experiências significativas. Desta vez, pude aprender muito e ver que Deus tem nos honrado mostrando-nos que esta Obra é verdadeiramente dirigida por Ele e por mais ninguém. Por todos os lados ouço Deus exclamar: “Devolvam a minha Igreja!”; é como se ele estivesse do lado de fora repetindo as palavras registradas no livro das revelações: “Estou à porta e bato, se abrir, eu entro…” rsrsrs… (Ap. 3.20).

 Vejo muitos palpites de pessoas referindo-se a Obra como se esta fosse um mito, algo assim meio alienígena, como se todas as doutrinas que professamos fosse uma exportação de um cenário cultural com objetivo único de proselitar as pessoas.

 Tenho uma visão diferente. As doutrinas bíblicas apostólicas da qual a Obra se propõe anunciar nada mais é do que o resultado de um discernimento racional da pessoa que faz de Jesus o modelo de vida a ser seguido, ou seja, quem tem Jesus tem o desejo ardente de viver na integra a restauração de todas as coisas, é claro que não estou me referindo a um perfil meramente externo com adereços dogmáticos, mas uma restauração completa, de dentro para fora.

O Dogma de não ser dogmático:
Por falar em dogma, fiquei impressionado com o meu companheiro de missão no Estado do Espírito Santo, o Evangelista Moises Gomes da Igreja em Mantenópolis – ES. Ele me surpreendeu ao dizer que eu posso ser comparado como uma pessoa que defende um “dogma de não ser dogmático!”. Com toda honestidade, fiquei maravilhado com esta avaliação! Verdadeiramente, eu repudio a forma dogmática de se ensinar as doutrinas bíblicas, entretanto, se eu tenho que ser dogmático, serei em anunciar o evangelho, mas não posso usar o mesmo método para tentar conscientizar alguém sobre os preceitos doutrinários, pois as doutrinas se adquirem mediante o recebimento integral do Evangelho por meio do discernimento de que Cristo o messias salvador, é a razão maior desta mensagem, a partir de então, as doutrinas bíblicas apostólicas passam ser necessárias e indispensável para que minha identidade, meu perfil de comportamento moral e até mesmo ético possa ser algo de prazer, relacionamento e comunhão no culto da minha vida. Se eu vivo as doutrinas porque tenho medo de ir para inferno ou de ser punido pelo chefe da Igreja, já não tenho em mim o poder do Evangelho, pois é o evangelho que restaura que regenera que transforma a pessoa; quem tem o evangelho não depende de um cenário e muito menos de um segmento religioso dogmático para sustentar sua convicção, não se sustenta uma convicção com dogmas ou discursos repetitivos denominativos, mas com um envolvimento real e relacional com o poder do evangelho.
Em verdade:
Pastor Eliélberth Falcão

24
set

A derrota pode ter um efeito pedagógico!

   Postado por: Daniel Alves Pena Tags: ,

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As derrotas não me causam frustrações, pelo contrario, produz um efeito pedagógico; muito se aprende com as derrotas.
Os reacionários de plantão na verdade são úteis e acabam sendo o maior grupo contribuidor mostrando-nos nossas fraquezas, com isso, é fundamental que aproveitemos esta oportunidade para crescer em graça e desenvolver habilidades para o reino de Deus, tudo que temos que fazer é permanecer firme em nossos propósitos tendo equilíbrio e maturidade para contornar as questões adversas do ministério e da caminhada com Cristo.Você não deve gastar energia quando alguém lhe bater a porta, o confronto é prejudicial e pode fazer com que seus objetivos venham se perder no campo de batalha, se as portas se fecharem de uma olhada ao lado, vê se alguma janela está acessível.
Olhando um vídeo de um documentário, observei uma paisagem de uma represa, diante desta havia um grande obstáculo, uma parede enorme cercavam as águas de um conservatório enorme de água, entretanto, uma brecha havia ao lado numa outra extremidade, logo as águas da grande represa contornou os obstáculos e seguiu enfrente numa velocidade maior que antes.Quando alguém lhe questionar, popularizar seus fracassos ou colocar sua liderança em cheque pelo fato de você ter tropeçado ou cometido erros, não fique frustrado, lembre-se: “a água nunca discute com os obstáculos, mas os contorna!” As pessoas que te fazem chorar não te merecem. Muitos ficam parados no caminho porque busca um retorno do seu trabalho nas pessoas em sua volta, isso é perigoso e quase sempre é a razão dos fracassos nos projetos espirituais, devemos amar sim, mas nunca esperar muitos dos outros. Faça seu trabalho com determinação, fé, responsabilidades, personalidade, compromissos e procurando sempre em enaltecer o nome do Senhor o Deus de Israel.

Em verdade, Pr. Eliélberth Falcão

8
set

CRITICAM-ME PORQUE CRITICO!

   Postado por: Daniel Alves Pena Tags: ,

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Como disse Arnaldo Jabor: “nada como um bom reacionário para estimular o progresso”. Quem está disposto a mudar, também deve estar disposto a pagar o preço; os sofrimentos nos levam a desejar as mudanças; mudar, será sempre um desafio, exige coragem, determinação, personalidade e etc.

Alguns “amigos” do passado, do tempo em que eu era cego, escrevem constantemente críticas a meu respeito, principalmente agora que alguns vídeos foram postados no youtube sobre meu ponto de vista a respeito da Obra de Restauração, sim, eles me criticam porque eu critico, falo abertamente sobre questões e fatos.

Como já disse, estou sendo criticado porque critico algumas lideranças consideradas ícones e “fundadores da Obra”, estes, fizeram uma apropriação indébita da Obra, se julgam donos e patronos de algo que não construíram. Esta obra pertence a Deus, Jesus é o Senhor e o Espírito Santo é o agente direto deste povo escolhido, separado, vocacionado…

Critico sim, sem medo de ser criticado, o que eu mostro na verdade, são os intestinos da corrupção religiosa camufladas de um zelo piedoso que se esconde através dos discursos dos farsistas e dos assassinos espirituais de uma religião perversa.

Os reacionários servem apenas para levar-nos a descobrir a verdade, a verdade que se esconde atrás das máscaras dos religiosos, daqueles que enganam os simples, aos ingênuos da fé.

Em verdade,

Pr. Eliélberth Falcão

4
ago

Além do véu estou!

   Postado por: Daniel Alves Pena Tags: ,

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Muitos de nós tentamos costurar o véu que foi um dia rasgado pelo poder do calvário. Hoje, além do véu estamos, entretanto, há uma força religiosa e farisaica que todos os dias batem na porta de nosso coração para levar-nos de volta para aquele cenário horroroso de prisão, onde as pessoas não podiam ser elas mesmas tendo que seguir o que os outros (fariseus, religiosos) escolhiam para todos. Isso até que é suportável, porém o pior de tudo era que eles exigiam o que nunca fizeram; falavam de perdão, mas não perdoavam, falavam de amor, mas não amavam bem típico de fariseus!

Jesus nunca se vendeu para a religião, rompeu com o sábado por causa da causa do próximo, se relacionou com uma samaritana, porque havia uma necessidade de dizer com os atos que o evangelho veio curar, libertar e não ficar limitado às leis, aos regimentos… Primeiro a causa, depois então a lei. Às vezes ele dizia: “Na lei está escrito… eu, porém vos digo… Era tudo que os religiosos não queriam ouvir!

Alguns “colegas” me têm como um “reformador” dos princípios da Obra da Restauração, mas até isso é uma mentira do diabo! Não tenho como objetivo remover os limites antigos e nem introduzir nada de novo, apenas não me deixo levar por um método falido, não pretendo ficar limitados as vaidades de momentos de estase de reuniões provenientes de mexericos e contendas intermináveis. Estou além do véu, creio nas doutrinas, mas também creio no poder do Evangelho, creio em Jesus, não só como um libertador do pecado, mas também como um libertador de dogmas de pretensões pessoais e de hipocrisia com objetivo único de se julgar superior as pessoas.

Nada pessoal!

Estou além do véu!

Paz.

Por- Pastor Elielberth Falcão dos Santos

26
jun

NOSSAS DOUTRINAS: DOGMAS OU RELACIONAMENTO?

   Postado por: Daniel Alves Pena

Nem sempre devemos julgar em função daquilo que vemos, principalmente quando se refere a circunstancias ligadas ao evangelho e a Igreja.
Sou chamado por muitos de “pastor polemico” por discursar e mostrar métodos diferentes na divulgação das doutrinas bíblicas apostólicas quando represento as Igrejas na Obra da Restauração.
O fato é que não começo pelas doutrinas de Deus, prefiro começar falando sobre o Deus das doutrinas, pois se começarmos pelas doutrinas, a pessoa pode desenvolver uma formação religiosa bem acentuada, entretanto, pode perder o significado da transformação do evangelho na vida da pessoa produzindo com isso um comportamento de incoerência em relação aquilo que aprendemos com o amor de Jesus. Nossas doutrinas precisam deixar de serem meramente dogmas e passarem a ser relacionamento entre Deus e o servo.
Conheço pessoas que não tem caráter, mas tem doutrinas, e são tidas como ícones na denominação; possuem todos os dogmas da instituição, porém, são assassinos espirituais de irmãos, matam em nome de Deus, vivem de festinhas religiosas e como não crescem na pregação, estimulam a procriação dos crentes já envolvidos em seus discursos religiosos; é uma verdadeira covardia!
Nem sempre a prisão está nas grades e a liberdade nas ruas. Muitas pessoas estão presas nas ruas e livres dentro das prisões, é só atentar para as paredes das consciências que isso será patente; basta olhar para as pessoas e contemplar o rosto de amargura vestido de um personagem cheio de doutrinas dogmáticas e traumas não declarados.

É preciso se libertar destes discursos cheios de hipocrisias e verdadeiramente viver com a vida esta mensagem de RESTAURAÇÃO. É preciso retornar para o sentido original, do sentido real de quando Deus levantou esta Obra. Gente… Isso não é uma denominação! É um processo que nos levará de volta para o estado primitivo da Igreja, porém, se as pessoas continuarem usando as mesmas armas dos últimos 30 anos, sofreremos uma falência generalizada, pois, a única coisa que conseguimos até o presente momento, é lutar contra nós mesmos, nisso, somos muito bons!

Por- Pastor Elielberth Falcão dos Santos

17
abr

“ATRAVESSANDO AS FRONTEIRAS”

   Postado por: Daniel Alves Pena Tags: ,

No último minuto de nossa Assembléia Geral realizada nos dias 10, 11 e 12 de Abril de 2009 em Piabetá – RJ, Deus através de uma profecia falou comigo.

Daniel Alves Pena

Daniel Alves Pena

Após a voz profética, muitos me animaram dizendo que eu estaria levando a proposta da Apoiort para o exterior, porém, ao meu coração, Deus falou de forma diferente.

Existem  hoje vários segmentos da Obra. Cada qual possui uma visão. Todos acham que estão com a razão, para isto, estabelecem políticas e formas de governo variadas entre o povo da Obra. Entre estes grupos envolvidos em Obra de Restauração, a Apoiort possui a proposta mais complexa, sim, digo complexa porque a soberania da Igreja é de fato, respeitada, e isto não é fácil de lidar. É muito mais fácil governar por meio de uma imposição (domínio), do que fazer com que todos participem de um ato administrativo.

Na verdade, há um medo crônico entre muitos pastores. Para alguns, é difícil discutir uma idéia, acham que o cargo fica exposto, proporcionando vulnerabilidade se o seu pensamento não for aceito. O pastor chamado, não pode perder a capacidade de influenciar, caso isto aconteça, o pastor está desqualificado para apascentar, é como uma mercadoria que passou da validade, tem que tirar da prateleira.

Estas questões, sejam elas de ponto de vista, doutrina, administração, etc.
Não importa a problemática, pois são muitas, isso tem se transformado em fronteiras quase que intransponíveis.

Não sei o certo, mais sinto profundamente que Deus tem me levantado para romper, “atravessar” este tipo de fronteira, pois, primeiro temos que arrumar a casa, para depois, sair em busca de outro território. Primeiro Jerusalém, depois os outros lugares. As fronteiras que precisam ser rompidas no momento, são as fronteiras do sectarismo, individualismo, da religiosidade, do exclusivismo, da particularidade, da politicagem, do partidarismo… São muitas as “fronteiras”.
Espero que Deus me use para que nosso ambiente possa contagiar outros segmentos, não para exercer um monopólio entre os outros, mas para que seja uma ponte para uma unificação geral entre o nosso povo, pois creio eu, que, todo o nosso povo é propósito nas mãos de Deus.
Paz.

Por- Pastor Elielberth Falcão dos Santos

27
mar

Compreendendo as diferenças

   Postado por: Daniel Alves Pena Tags: ,

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

TRECHO DA PRELEÇÃO EM VITÓRIA
Nossa proposta não é possuir a hegemonia entre os segmentos da Obra, mas provar que é possível vivermos unidos mesmo sendo diferentes em pontos de vistas. Tenho dito em minhas preleções que unidade não tem a mesma conotação de uniformidade, mas unidade real é aquela que permanece entre grupos que compreendem as diferenças e com isso prosseguem juntos e misturados.
Paulo era apóstolo da Incircuncisão, Pedro da Circuncisão, porém, possuíam maturidades para levar o evangelho em frente sem que estas diferenças refletissem na Igreja primitiva. A Apoiort é isso, é uma agência que reúne Igrejas que militam em Obra de Restauração, que conservam as Doutrinas Bíblicas Apostólicas e conseqüentemente preserva a soberania de cada Igreja e o poder executivo dos Pastores filiados a Ordem. É o único segmento na obra que possui um concílio supremo para avaliação das questões administrativas e que possui um estatuto sucinto e teocrático. Não queremos viver de histórias, cremos que é possível voltarmos para a posição inicial sem precisar ser sectaristas.
O sectarismo é um caminho por onde Cristo jamais andou. As portas sempre estavam abertas para as pessoas que possuíam dúvidas e que não entendiam a mensagem do evangelho. A mensagem desta Obra não pode estar limitada a um grupo de pessoas, ou a um só tipo de cultura.
É momento de abrirmos as portas de nossas Igrejas, tornar um pouco mais inteligentes e elegantes nossos discursos sobre esta Obra, sem ofender as pessoas ou nos julgar superiores, deixar que o Espírito fale por nós através de nosso caráter, testemunho e fidelidade para com Deus.

Por- Pastor Elielberth Falcão dos Santos

13
mar

A nocividade da televisão na família

   Postado por: Daniel Alves Pena Tags: ,

Montagem: Daniel Alves Pena
Montagem: Daniel Alves Pena

No Brasil, em recente levantamento, verificou-se que a família consome sete horas de programação de televisão, em média, por dia. Isso nos leva a multiplicar sete horas de TV por semana, obtendo 49 horas de TV por semana. São quarenta e nove horas de conscientização sobre o ideal materialista: TER DINHEIRO, TER PODER, TER PRAZER!
Essa mesma família brasileira, vítima da falta do diálogo, aos domingos vai ao culto. E ai do pastor exceder os 15 minutos de pregação.
Todos consomem. Como carneirinhos, a grama colorida das novelas, dos filmes de violência, mas aqueles 15 minutos parecem horas que nunca passam.
É a massificação. A televisão é rápida, dinâmica, mas colorida. O dever religioso é lento, exige paciência, enfrentamento da realidade em preto e branco. Assim, entre o diálogo de Deus que interpela a consciência, propõe conversão e exigem mudanças e o diálogo sem compromissos das novelas, o povo opta pela novela. E Deus orna-se uma coisa estranha, colocada em décimo plano na escala de valores.
Por isso, quando mães me procuram desesperadas, faço logo um levantamento da realidade da família. Procuro mostrar ás mães que os problemas dos filhos estão ligados á atitude de toda a família. E em muitos casos, a alienação provocada pelo excesso de TV é a causa principal. O pai, e mãe, consideram sua missão cumprida dando a comida, a escola, o teto aos filhos, descuidando os problemas reais do jovem. O Diálogo em família, o diálogo com os filhos, sobre sexo, drogas, homossexualismo são mais importantes que o enredo da novela ou do filme. É preciso abordar esses temas em família antes que os filhos os abordem na esquina, com pessoas sem preparação para isso. O diálogo sobre esses temas, com abertura e carinho, dá segurança ao jovem.
Senão, PODE acontecer ma família a seguinte cena:

São oito horas da noite. Horário nobre da massificação. Lá na sala, vibrando com os beijos chupados da novela, está o pai, a mãe e os avôs. Ambiente onírico, envolvido por uma neblina de cores. O normal de todos os dias. Novela no ar.

De repente, abrem a porta. Por um momento, a ilusão cede lugar á realidade: lá, na entrada da porta, uma jovem, menina de quinze anos. Mini-Saia, uma margarida na mão, fitinha na cabeça.

- Oi gente!
A avó: – Fala netinha de ouro!
O avô: – Fala minha querida!
O pai: - Oi, dondoca do papai!
A Mãe: - Fala, filhinha da mamãe
A jovem responde languidamente: - Não sou mais virgem, fiz aborto e agora estou fumando maconha.
Impacto emocional. Olhares assustados. Rebu danado. E a realidade dos fatos superou a ilusão das novelas.
Ou vamos para o diálogo realista, transformador, ou então poderá repetir-se o diálogo terrível da cena acima.

Por- Pastor Elielberth Falcão dos Santos