Igrejas em Obra de Restauração » Quem Somos

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9
set

Como Cadastrar-se? Quais as Regras para Comentários?

   Postado por: Daniel Alves Pena

Regras para comentários ou políticas de uso.

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COMO CADASTRAR-SE
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COMENTÁRIOS

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Nem contra a APOIORT, nem contra os COLUNISTAS, nem contra pessoas que deixem seus comentários.
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Sendo ele evangélico deverá citar:

- Nome
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- Pastor
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No mais as dúvidas referente ao site poderão ser sanadas através do  e-mail contato@danielprojetosweb.com

11
ago

Ordem de pastores

   Postado por: Daniel Alves Pena

Isto sim é Teocracia!

Com a renovação administrativa da Apoiort, alguns organismos de apoio foram organizados. Dentre estes organismos auxiliares está a ORDEM DE PASTORES, Muitas das vezes chamada de Conselho.
A Ordem de pastores é responsável por avaliar as questões relacionadas ao ministro associado e conseqüentemente, analisam as propostas, programas e os teores da ordem dos relatórios antes de serem levados ao parlamento para aprovação. Também exerce o direito de analisar as decisões da Comissão de Ética da Apoiort antes de serem aprovadas.
A Ordem de Pastores também tem seu regimento interno com as questões explicadas, bem detalhadas. As eleições da ordem são realizadas na própria ordem de pastores, isto é, os candidatos são escolhidos pelos pastores filiados para concorrerem ao cargo de presidente sem a necessidade de realizar eleições no plenário da Associação.
A Ordem de Pastores ainda tem o seu presidente distinto, mesmo estando sob a diretoria da Apoiort, exerce poder real de opiniões e pode solicitar suspensão de qualquer assunto ou projeto, desde que seja devidamente apoiado.

CLIQUE AQUI PARA VER O REGIMENTO DA ORDEM DE PASTORES

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Pastor Luiz Fernando Máximo Silvério

PRESIDENTE DA ORDEM DE PASTORES

Pastor Gláucio José da Silva

VICE PRESIDENTE DA  ORDEM DE PASTORES

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Pr. Carlos Alberto Lopes da Silva

Secretário:  DA ORDEM DE PASTORES

Pr. José dos Santos Ramos

Tesoureiro DA  ORDEM DE PASTORES

DIRETORIA NACIONAL DA ORDEM  DE PASTORES:

Presidente:

Pastor Luiz Fernando Máximo Silvério: Igreja em Comendador Soares

1º Vice Presidente:
Pastor Gláucio José da Silva: Igreja em Vila Bela Vista
1º Secretário:
Pastor Carlos Alberto Lopes da Silva: Igreja Em Edson Passos

Tesoureiro: Pr. José dos Santos Ramos.

1
ago

UMA UNIDADE ABERTA AO DIÁLOGO!

   Postado por: Daniel Alves Pena Tags: ,

A APOIORT INICIOU-SE EM 1975, PRIMEIRAMENTE COM O NOME DE CONVENÇÃO NACIONAL DAS IGREJAS DO SENHOR EM OBRA DE RESTAURAÇÃO. EM 2006, O PASTOR JOSÉ PAULO PEREIRA, ATUAL PRESIDENTE, FICOU IMPOSSIBILITADO DE EXERCER A FUNÇÃO PRESIDENCIAL, FATO QUE O LEVOU A CONVIDAR O PASTOR ELIÉLBERTH FALCÃO DOS SANTOS PARA PRESIDI-LA.

EM MEIO A MUITOS DEBATES RELACIONADOS A VISÃO ATUAL DA ORGANIZAÇÃO, O PASTOR ELIÉLBERTH ASSUMIU A CONVENÇÃO INTERINAMENTE ATÉ QUE FOSSE CONVOCADA UMA ASSEMBLÉIA GERAL PARA ENTÃO EMPOSSAR DE FATO A DIRETORIA QUE ESTARIA ADMINISTRANDO A CONVENÇÃO.

ANTES DE CONVOCAR OS REPRESENTANTES PARA A ASSEMBLÉIA, O PASTOR ELIÉLBERTH FALCÃO FEZ UMA MINUCIOSA ANÁLISE DA PROPOSTA DA ATUAL CONVENÇÃO E CONCLUIU QUE O MODELO ADMINISTRATIVO NO ESTATUTO NO ANO DE 1975 ESTAVA ARCAICO, NECESSITAVA DE ALGUMAS ALTERAÇÕES, PARA QUE SE PUDESSE LEVAR A CONVENÇÃO A UM CRESCIMENTO MAIS ACENTUADO.

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

DESTA FORMA, O PASTOR ELIÉLBERTH CONCLUIU QUE ERA PRECISO DESCENTRALIZAR A VISÃO ADMINISTRATIVA PARA QUE AS IGREJAS FILIADAS PUDESSEM RESGATAR SUA SOBERANIA E OS PASTORES PUDESSEM EXECUTAR A TAREFA PRESIDENCIAL COM MAIS LIBERDADE, LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO QUE, A IGREJA LOCAL É PESSOA JURÍDICA PRIVADA E QUE NÃO PODERIA SER REGIDA COMO CONGREGAÇÃO.

COM ESTAS MUDANÇAS INICIAIS, FEZ-SE NECESSÁRIO ALTERAR OUTROS PONTOS PARA QUE SE PUDESSE ADAPTAR A NOVA PROPOSTA AO NOVO RUMO QUE A CONVENÇÃO ESTARIA TRILHANDO NAQUELE INSTANTE. FOI ENTÃO QUE O PASTOR ELIÉLBERTH FEZ UM RESUMO DO QUE ESTARIA SENDO MUDADO, PARA QUE TODOS PUDESSEM CHEGAR A UM ENTENDIMENTO DA RAZÃO PELA QUAL A ORGANIZAÇÃO ESTARIA TOMANDO UM NOVO RUMO. DENTRE AS MUDANÇAS QUE OCORRERAM, SEGUEM AS PRINCIPAIS:

<< Pastor Elielberth Falcão – Termo de compromisso. Mandato Terminará em 2011. Presidente terá direito a uma eleição com direito a uma reeleição, não podendo concorrer após este período.

1 – A CONVENÇÃO NACIONAL DAS IGREJAS DO SENHOR EM OBRA DE RESTAURAÇÃO PASSARIA A SE CHAMAR: “ASSOCIAÇÃO DE PASTORES, OBREIROS E IGREJAS EM OBRA DE RESTAURAÇÃO (APOIORT)”.

2 – O PRESIDENTE DA APOIORT EXERCERÁ APENAS 2 MANDATOS, OU SEJA, UMA ELEIÇÃO E REELEIÇÃO. O MANDATO SERÁ DE 3 ANOS.

3 – O PRESIDENTE EM EXERCÍCIO NÃO PODERÁ ASSUMIR NENHUMA IGREJA ASSOCIADA COMO PRESIDENTE ENQUANTO ESTIVER NA FUNÇÃO NA PRESIDÊNCIA DA APOIORT. PODENDO APENAS PRESIDIR A IGREJA QUE ELE FOR MEMBRO.

4 – A APOIORT NÃO TERÁ PODER LEGISLATIVO SOBRE AS IGREJAS ASSOCIADAS.

5 – SERÁ FORMADA UMA COMISSÃO DE ÉTICA COM 5 PASTORES MEMBROS DA ORDEM PARA AVALIAR AS QUESTÕES ADMINISTRATIVAS DA APOIORT. ESTA COMISSÃO TERÁ PODER ATÉ MESMO PARA SOLICITAR A SAÍDA DO PRESIDENTE SE HOUVER QUEBRA DE COMPROMISSO ÉTICO E ADMINISTRATIVO COM A APOIORT.

6 – FOI TAMBÉM FORMADA A ORDEM DE PASTORES, QUE TERIA UMA DIRETORIA DISTINTA. O OBJETIVO,ERA FAZER COM QUE HOUVESSE UM EQUILÍBRIO ENTRE AS IGREJAS E OS PASTORES E CONSEQÜENTEMENTE QUE SE PUDESSE ABRIR DISCUSSÕES, INCENTIVANDO A LIBERDADE DE PARTICIPAÇÃO.

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Pastor Eliélberth Falcão (esquerda), ao lado do Pastor José Paulo Pereira Unidos pela nova visão na Apoiort. Na época, A Apoiort deixa de ser convenção centralista para se tornar em Associação participativa.

DEPOIS DE ANALISADA ESTAS MUDANÇAS, O PASTOR ELIELBÉRTH FALCÃO FEZ A CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLÉIA GERAL NO DIA DE MARÇO DE 2007, NO CENTRO INTEGRADO DE EDUCAÇÃO PÚBLICA (CIEP) LOCALIZADO EM PIABETÁ, MAGÉ, RIO DE JANEIRO E APROVOU EM ASSEMBLÉIA GERAL AS NOVAS MUDANÇAS.

APESAR DE TER SOFRIDO UMA MUDANÇA RADICAL, LOGO AS IGREJAS E PASTORES FORAM SIMPÁTICOS A ESTA RENOVAÇÃO E COMEÇARAM A SE INTEGRAR EM MASSA A ASSOCIAÇÃO DE PASTORES, OBREIROS E IGREJAS NA OBRA DA RESTAURAÇÃO.

COM A ELEIÇÃO DO PASTOR LUIZ FERNANDO MÁXIMO SILVÉRIO, COMO PRESIDENTE DA ORDEM DE PASTORES, LOGO NOTOU-SE A DIFERENÇA DE TODOS, O QUE PROMOVEU UM AMBIENTE DE LIBERDADE E DEMOCRACIA.

APESAR DE O PRESIDENTE DA APOIORT EXERCER A AUTORIDADE MAIOR ENTRA A ORGANIZAÇÃO, A ORDEM DE PASTORES RECEBE O DIREITO REAL DE DISCUTIR E AVALIAR TODOS OS ASSUNTOS LEVADOS A UMA APROVAÇÃO PELO EXECUTIVO, QUE NA ÉPOCA ERA O PASTOR ELIÉLBERTH FALCÃO. A FRASE: “UMA UNIDADE ABERTA AO DIÁLOGO”, FOI LOGO SENDO PRONUNCIADA PELOS ASSOCIADOS.

POR: ANA LAURA G. L. DOS SANTOS

1
ago

Saiba como funciona a APOIORT

   Postado por: Daniel Alves Pena Tags:

ASSOCIAÇÃO DE PASTORES, OBREIROS E IGREJAS EM OBRA DE RESTAURAÇÃO
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Sede Provisória: Rua Guarani, n.º 229 – Suruí – Magé – RJ.

Presidente da APOIORT: Pastor Elielberth Falcão dos Santos
“Na verdade, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias” (Atos 15:28).

A APOIORT é uma Associação de Pastores, Obreiros e Igrejas na Obra de Restauração. Seu objetivo principal é reunir as Igrejas que professam as doutrinas bíblicas apostólicas, apoiar os pastores, obreiros e Igrejas promovendo eventos como: Congressos de Jovens, União Feminina, Vigílias, Evangelismos, Seminários, Simpósios, Serviços Sociais etc.

A APOIORT não é uma Convenção, por isso não se envolve em questões administrativas das Igrejas associadas. Cada Pastor Presidente administrará sua Igreja com seus respectivos obreiros em suas Assembléias com seus Estatutos e Regimentos.

Entendemos que a Igreja é biblicamente autônoma. Caso o Pastor de uma Igreja associada queira reivindicar a intervenção da Associação, o mesmo poderá abrir uma assembléia extraordinária e mediante uma carta solicitar a presença da diretoria da APOIORT, que poderá ser representada também pelos membros do Conselho de Pastores da APOIORT ou por uma Comissão de Pastores associados devidamente formado.

A APOIORT não é interdenominacional. Por conta disso, as Igrejas Associadas deverão professar as ordenanças bíblicas como: Batismo em rio, por imersão; Santa Ceia com Pão Ázimo, Lava-Pés; Saudação com Ósculo Santo, Uso do Véu pelas irmãs quando orarem ou profetizarem e nas reuniões de adoração; Trajes compridos, honestos e decentes para o homem e a mulher.

No que diz respeito ao tópico acima, cada Igreja realizará a Santa Ceia de acordo com os princípios locais. A APOIORT não exigirá uma padronização do Pão da Ceia desde que este não tenha fermento, o qual, segundo a Bíblia, é o símbolo do pecado.

A APOIORT terá ainda o Conselho de Pastores que discutirá assuntos sérios referentes ao ministro associado. Este Conselho terá seu Regimento Interno, que não poderá contrariar o Estatuto da APOIORT. Suas decisões terão de ser registradas em assembléia geral da Associação.

Quanto ao tópico acima, o Presidente do Conselho poderá convocar também os Obreiros, Diáconos e os Evangelistas associados para participarem, desde que o assunto seja pertinente aos mesmos.

· Por ser uma Associação de Pastores, Obreiros e Igrejas, a Diretoria da Associação e o Conselho de Pastores poderão indicar um nome entre os obreiros para representá-los. O obreiro indicado poderá formar suas diretorias distintas, que trabalharão em conjunto com a Associação e com o Conselho de Pastores.

· Mesmo tendo uma Diretoria distinta os obreiros não terão ações independentes, pois serão submissos à Associação e ao Conselho, informando sempre o teor dos assuntos tratados nas reuniões nas convocações de Pastores e Obreiros.

· Os pontos de exigências aos Pastores e Obreiros para serem associados deverão estar contidos no Regimento Interno da Associação, do Conselho e dos Obreiros, que será elaborado numa reunião de Pastores e Obreiros convocada para este fim. As decisões passarão a ter validade sempre quando houver maioria de votos e posteriormente aceito no parlamento das Igrejas associadas.

· A Diretoria da Associação das Igrejas, do Conselho de Pastores e dos Obreiros será formada sempre por membros da APOIORT.

30
jul

Declaração Doutrinaria

   Postado por: Daniel Alves Pena

A QUESTÃO DO LAVA – PÉS

Este estudo foi elaborado pelo pastor Eliélberth Falcão para Revista de Estudos Bíblicos “Sabedoria” (Revista editada pela CIOR – Convenção das Igrejas na Obra da Restauração e foi reeditado pelo Instituto Bíblico Sinai – IBS)
(Matéria Administração – Eclesiástica página 27).

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Introdução:

As Igrejas da Obra de Restauração, após a Ceia, realizam a cerimônia do Lava Pés como elemento pós-Ceia. A forma em pauta é bíblica, pois Jesus Lavou os pés dos discípulos após participarem da Ceia. João registra esse evento no seu Evangelho no Capítulo 13. Ao longo dos anos o capítulo 13 do Evangelho de João tem sido alvo de muitas discussões. Alguns teólogos consideram apenas o sentido simbólico do texto, enfatizando apenas que Jesus queria mostrar aos seus discípulos sua personalidade humilde, ou seja, todos os seus discípulos deveriam ser humildes e simples assim como Ele era. Contudo, algo de mais profundo e tremendo compreenderemos se considerarmos o texto dentro de seu contexto Bíblico Teológico, levando em consideração os pontos específicos que tornam o Lava Pés como um elemento pós-ceia: “E, acabada a ceia..” (Jo. 13. 2).

Obedecendo literalmente, a admoestação de Jesus

A informação que extraímos de nossa pesquisa Bíblica é que a Igreja primitiva seguiu literalmente o exemplo de Jesus. Esta comunhão de Jesus e os seus discípulos foi um ponto de partida para que toda Igreja um pouco mais tarde, viesse a praticar o lava pés como uma ordenança de Jesus. Um exemplo considerável podemos ver em 1 Tm. 5.10. O apóstolo Paulo, uns dos principais defensores dos ensinos de Jesus, declarou definitivamente que as viúvas da Igreja não deveriam ser sustentadas pela Igreja local sem que preenchessem alguns requisitos específicos e necessários. Nesta relação de Paulo, encontramos uma declaração que obstrui qualquer argumento que venha combater contra este ensino: “Se lavou os pés aos Santos”. O Lavar os pés aparece nesta relação como um dos parâmetros necessários para o cadastramento das viúvas da Igreja primitiva, frustrando assim a idéia de serem apenas “demonstrações” de amor e humildade.

Não era um “Costume”

Ouvimos muito dizer que o lavar os pés era um “costume” do povo Judeu. Na realidade, desde os tempos primórdios a Bíblia faz menções de alguns versículos onde o lavar os pés era um gesto em que a pessoa estava sendo bem aceita (Gn. 24:32 – 1 Sm. 25.41). Nestas passagens o lava pé não é apresentado como um elemento da ceia, mas verdadeiramente como um costume do povo Hebreu. Para compreendermos que o lava-pés empregado em João 13 é uma ordenança tornando o mesmo como um elemento inerente ao pão e o vinho, basta analisarmos com ética e coerência a declaração de Pedro no versículo 8: “…nunca me lavarás os pés…” ora, se era um costume, por que não lavar?!, Isto é, se era verdadeiramente um ato costumeiro Pedro jamais teria agido de forma tão perplexa, pois já estava acostumado lavar os pés de Jesus. Na verdade, Jesus estava a partir daquela ceia, estabelecendo uma ordenança praticável e não só para aquele momento. Vers. 14-15.

A Teoria dos “seguidores de Cristo”

Existe ainda um grupo denominado: “seguidores de Cristo”. Este grupo organizado em 1996 com sua sede principal no Rio de Janeiro, principalmente na cidade de São Gonçalo, é autor da teoria do sacrifício que entende que o lava-pés é um preparo para a “aflição em nome de Jesus”. Ao lavar os pés, os “seguidores de Cristo” estariam recebendo um “preparo espiritual para passar pelos momentos de aflição”. A base usada para alimentar este ensino, é extraído de Levítico 1.9 onde se lê: “A sua fressura, e as suas pernas lavar-se-ão com água…” outros textos que também são usados juntos a este são: Fp. 4.18; Hb.13.16. Logo essa teoria também não tem nenhum apoio bíblico porque a oferta de Lv. 1.9 tratava-se de oferta específica ao Senhor, e o holocausto era de “gado ou ovelhas” e não de crentes salvos em Cristo (Lv. 1.2-3). Outro sim, o termo que aparece na passagem de levítico é: “… suas pernas…” e não “os pés”. Isto é, a ordem bíblica é para lavar somente os pés. (Jo. 13. 10-11).

Conclusão:

Em João 13.7 Jesus fala para Pedro a respeito de obedecer sem que haja questionamento: “o que faço não o sabes tu agora, mas tu saberás depois”. Nunca devemos interpretar as verdades bíblicas valorizando o uso da razão: “tu lavas-me os pés a mim? (Jo. 13.6). O evangelho não se entende, contudo se crê “… loucuras para os que perecem…” (l Cor. 1.18). Se a cerimônia do lava-pés não fosse algo praticável, logo as declarações de Jesus em João 13.14, 15 não teriam mísero sentido: “… assim como eu fiz façais vós também…”

Principio de fé e pratica pelas quais nós, da APOIORT nos orientamos fundamentadas nas Escrituras (Bíblia Sagrada) as quais declaramos:

1. Acerca das Escrituras Sagradas: Cremos que as Escrituras Sagradas foram escritas por homens divinamente inspirados e que são um rico tesouro de instrução celestial (II Tim 3:16, 17; II Ped. 1:21; II Sam. 23:2), que tem Deus como seu verdadeiro autor e a salvação dos homens como fim (II Tim. 3:15; I Ped. 1:10-12; Jo 5:37-40).
2. Cremos na Trindade Divina: “Pai, Filho e Espírito Santo”: que harmoniosamente ocupam uma TRI-UNIDADE.
3. Cremos que há um, e somente um Deus vivo e verdadeiro, um Espírito infinito e inteligente, cujo nome é Jeová o criador e Governador supremo do céu e da terra (Jo. 4:24/ Sal. 147:5; 83:18).
4. Cremos em Jesus Cristo o único Filho de Deus, como Salvador pessoal de todos os homens (Jo. 3:16).
5. Cremos que a justificação (salvação) efetua-se somente através da fé em Jesus Cristo (Ef. 2:8).
6. Cremos que a santificação é um processo gradativo após a salvação, operada pelo Espírito Santo (II Ped. 3:18).
7. Cremos no batismo com o Espírito Santo como dom de Deus, posterior á salvação (Atos 19:2-6).
8. Cremos no Batismo bíblico (imersão), aplicado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mat. 28:19).
9. Cremos na Santa Ceia do Senhor como memorial segundo relato de Luc. 22:19, 20; I Cor. 11:24-26. Sendo os elementos: o pão asmo e o fruto da vide
10. Cremos nos dons espirituais segundo relato do Novo Testamento.(I Cor. 12:1-31)
11. Cremos nas seguintes ordenanças: A Santa Ceia (Luc. 22:19, 20; I Cor. 11:24-26) o Batismo (Mat. 28:19) e o lava-pés(João 13-1-17).
12. Cremos na saudação com Osculo Santo, segundo o que preceitua Rom. 16:16.
13. Cremos no uso do véu sobre a cabeça das mulheres, segundo declaração em I Cor. 11:2-16.
14. Cremos que como plano de Deus para sustento de sua obra entre os homens na terra, devem ser estabelecidos os Dízimos e Ofertas.
15. Cremos na segunda vinda iminente de Nosso Senhor Jesus Cristo, para arrebatamento de sua Igreja.
16. Cremos que o homem foi criado em santidade, debaixo da Lei do seu Criador (Gen. 1:27, 31; Ecl. 7:29), mas por transgressão voluntária caiu daquele estado santo e feliz (Rom. 5:12,14,15), em conseqüência de que todos os homens são pecadores (Rom. 5:19; Jo. 3:16).
17. Cremos que a salvação de pecadores é inteiramente de graça (Rom. 3:24; Atos 15:11), por meio da obra meritória do Filho de Deus (Jo. 3:16).
18. Cremos que os pecadores precisam ser regenerados, ou nascidos de novo, para poderem ser salvos (Jo. 3:3; I Co. 2:4).
19. Cremos que o arrependimento e a fé são deveres sagrados e graça inseparáveis, operados em nossa alma pelo Espírito de Deus (Mat.1:15; Ef. 2:8; I Jo. 5:1).
20. Cremos que uma igreja visível de Cristo é uma organização de crentes batizados (I Cor. 1:12, 13), associados uns aos outros, sob um pacto, na fé e na comunhão do Evangelho (Atos 2: 41,47), governados pelas leis (Mat. 28:20), e exercendo os dons, direitos e privilégios concedidos a eles pela vontade de Deus (Ef. 4:7; I Cor. 14:12).
21. Cremos que o governo civil é uma instituição divina, estabelecida por Deus, para promover os interesses e bem-estar da sociedade humana (Rom. 13:1,3), que é nosso dever orar pelos magistrados, os quais devem ser conscienciosamente honrados e obedecidos (Mat. 22:21), exceto nas coisas contrarias á vontade de Nosso Senhor Jesus Cristo (Atos 5:29), que é o único Senhor da consciência e o príncipe dos reis da terra ( Mat. 23:10; Rom. 14:4).

6
jan

REGIMENTO INTERNO DA ORDEM DE PASTORES DA APOIORT

   Postado por: Daniel Alves Pena

APOIORT – ASSOCIAÇÃO DE PASTORES, OBREIROS E IGREJAS NA OBRA DE RESTAURAÇÃO

Fundada em 1975- CNPJ: 30.585.533.0001-43

Sede Provisória: Rua Guarani, n.° 229 – Suruí – Magé – RJ

Presidente da APOIORT: Pastor Elielberth Falcão dos Santos
Presidente da Ordem de Pastores: Pastor Luiz Fernando Máximo Silvério

“Na verdade, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias” (Atos 15:28).

Regimento Interno da Ordem dos PASTORES:

CAPÍTULO I

Da Finalidade:

Art. 1° – A Ordem dos Pastores da APOIORT , tem por finalidade: Promover o Ingresso, Permanência, Conduta, Desligamento, Reingresso de pastores ligados a Ordem e o exame de candidatos encaminhados por carta de suas Igrejas com vista ao ministério pastoral, a serem examinados por uma banca formada de no mínimo 5 (cinco) pastores credenciados para tal evento, devendo os candidatos além de apresentar os dados para a ficha cadastral, se submeterem às condições seguintes.

CAPÍTULO II

Do Ingresso

Art. 2° – (A) ser maior de 21 (vinte um) anos de idade;
b) ser casado, marido de uma só mulher, segundo Timóteo 3:2, e que a esposa pertença a uma das Igrejas filiadas a APOIORT;
c) que apresente referências de bons trabalhos prestados as igrejas filiadas a APOIORT, por período de no mínimo 1 (um) ano;
d) que seja participante regular dos eventos realizados pela Associação;
e) a banca examinadora exigirá dos candidatos apenas conhecimentos didáticos e teológicos, suficientes para o exercício do ministério;
1) Sobre a prática pastoral, as matérias constarão de: Conhecimento das Ordenanças, Doutrinas e Normas Bíblicas, como: Presidir assembleias gerais da Igreja; Noções gerais de regras parlamentares, a serem observadas durante as assembleias da Igreja ;
f) Será isento de provas, das matérias constantes da letra “i” deste artigo, os candidatos que apresentarem certificado de 1° grau concluído dentro de 3 (três) anos ;
g) Os candidatos que apresentarem certificado de curso teológico, por assistência de 2 (dois) anos , ou seja concluído há dois anos,  Parágrafo Único – O exame será válido por 2 (dois) anos a contar da data da aprovação do candidato.

CAPÍTULO I I I

Da Conduta:

Art. 3° – O candidato só será examinado na primeira reunião subsequente a que foi, apresentado, com o objetivo de ser enviado circular as Igrejas notificando o exame do mesmo. Havendo qualquer impedimento por parte das Igrejas, que seja comunicado imediatamente a Ordem dos Pastores, para que o caso possa ser apurado.

Art. 4° – O candidato deverá ter no ato da apresentação uma carta indicando a data da assembleia do seu envio a Ordem, com as assinaturas do secretário, como a do pastor presidente da igreja.

Art. 5° – Recepção de novos pastores:
a) Seja encaminhado por um pastor membro da APOIORT;
b) Na região onde não têm Pastores Filiados a APOIORT, faz-se uma Comissão e o mesmo será recebido
c) Para ser recebido um pastor vindo de outra ordem, deverá preencher os seguintes requisitos. Deverá enquadrar-se no que está  escrito nas alíneas a, b, c, e d do artigo 2°, do capítulo II deste regimento;
c) Para o Pastor desconhecido passará por uma comissão, ficando em observação por um período de 90 (noventa) dias.

Art. 6° – Deveres dos pastores membros da Ordem:
a) Cumprir e fazer cumprir fielmente o presente regimento;
b) Assistir regularmente as reuniões da Ordem;
c) Participar juntamente com a Igreja dos programas de crescimento espiritual promovido pela APOIORT;
d) Defender por todos os meios a unidade da Obra;
e) não ser intransigente em seus pontos de vista, a não ser que esteja em jogo alguma questão fundamental de doutrina;
f) Evitar frequentes visitas e correspondências epistolares ao campo de trabalho ou Igrejas de onde se retirou, exceto em caso de jubilação;
g) Não subestimar os colegas que tenham feito curso abreviado de teologia ou mesmo nenhum curso;
h) Não subestimar os colegas por preconceito racial;
i) Não passar adiante qualquer notícia desabonada do colega, sem estar absolutamente certo da veracidade; não divulgar como mexeriqueiro;
j) Não ter inveja do ministério fecundo do colega, antes orar para que Deus continue abençoando;  1) Manter sua disciplina cristã/pessoal e acatar a disciplina da Ordem de acordo com a Bíblia e com este Regimento.

Art. 7° – Direitos do pastor membro da Ordem:
a) participar de todas as reuniões da Ordem, votar e ser votado;
b) receber assistência espiritual, moral e jurídica e se for o caso ajuda material quando se fizer necessário, nas possibilidades da Ordem;
c) recorrer a Ordem em caso de desligamento da sua Igreja;
d) Defender-se de qualquer acusação que lhe seja feita perante a Ordem.

CAPÍTULO IV
Do Desligamento e Reingresso de pastores ligados a Ordem:

Art. 8° – Desligamento de pastores membros da Ordem:
a) Quando forem desligados da Ordem em reunião plenária mediante o voto da maioria, quando procederem em suas vidas práticas contrariamente aos ensinamentos, princípios e moral do evangelho;
b) Desligamento por solicitação do interessado;
c) Ausência nas reuniões da Ordem no período de um ano e um mês, sem justificativa por escrito;
d) Falta de cumprimento com os deveres tangentes as contribuições e doutrinas com a Ordem e a APOIORT

Art. 9° – O reingresso dos pastores a Ordem, obedecerá aos seguintes critérios:
a) Que seja reapresentado por um pastor membro da Ordem com carta expedida pela Igreja com assinaturas do pastor presidente e do secretário da Igreja;
b) O pastor reapresentado ficará em observação por três meses, podendo ministrar durante esse período(a critério de cada Igreja Local).

Art. – 10 – Disposições Gerais:
a) Não serão aceitos na Ordem, pastores solteiros ou divorciados. Só permanecerão ligados a Ordem os pastores divorciados que na ocasião de sua aceitação tenham preenchido os requisitos contidos na alínea b, do artigo 2° do Capitulo I deste Regimento;
b) O pastor envolvido com problema de saúde, poderá comunicar a Ordem o seu estado clínico, assim que tomar conhecimento, podendo afastar-se de todas as suas atividades ministeriais para fins de tratamento se assim desejar, podendo ainda assumir todas as atividades Ministeriais que exercia na data do afastamento se for de seu interesse;
c) Os pastores que vierem com Igrejas deverão cumprir todos os requisitos contidos no presente Regimento;
d) O tempo de validade do exame na Ordem será de um ano, incluindo os caso retroativos;  e) Será estudado recondução do pastor envolvido em caso de adultério;
f) Serão estudados os casos dos pastores com idade superior a 40 (quarenta) anos; e os casos de pastores com pouca cultura secular.

Art. 11° – Este Regimento só poderá sofrer reforma em reunião plenária da Ordem dos Pastores, com votação de dois terços dos membros-presentes, com quorum de metade mais um dos pastores arrolados, com seus nomes devidamente assinados no livro de presença.

Art. 12° – Exame do candidato: O presidente da Ordem nomeará uma banca examinadora composta de no mínimo 5 (cinco) pastores credenciados para tal. Parágrafo único – Este Regimento entra em vigor após sua aprovação em reunião plenária da Ordem dos Pastores da APOIORT. Este Regimento passou a vigorar em 12 de maio de 2007.

24
nov

APOIORT entra para a história : CPAD fala sobre a APOIORT

   Postado por: Daniel Alves Pena Tags: ,

Dicionário do Movimento Pentecostal
CPAD fala sobre a APOIORT

Pr. Elielberth Falcão

Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal

Quando assumi a presidência da Apoiort em 2007, algumas pessoas covardes e mal intencionadas organizaram uma campanha intensiva para fazer ofuscar o progresso da nossa organização. Para isto, começaram a espalhar que nós éramos frutos de uma rebelião e que não tínhamos um propósito sério de levar a obra de Deus.
Por um momento, fiquei um pouco preocupado, contudo, estava convicto de que esse tipo de situação só pode ser impedido pelo poder do Espírito de Deus, pois o pior difamador é aquele que é religioso, pois este, conhece o nosso povo e sabe como agir, como usar as armas adequadas. Basta dizer: “olha o pastor Eliélberth está abandonando as doutrinas, ele liberou isso ou aquilo!” Basta dizer isso, que muitos cortam definitivamente o relacionamento e se afastam. Foi assim com Jesus, os fariseus espalharam a noticia de que Jesus estava deixando os preceitos da lei de Moisés, bastou dizer isso, que muitos começaram a se afastar de Jesus e perseguir ao evangelho. Coitados! Mal sabiam que estavam dando um tremendo “ibope” para Jesus! Na verdade, isso só facilitou as coisas, tudo estava nos planos de Deus.

Bom, vamos deixar esse assunto pobre pra lá, tenho uma notícia boa para todos da Apoiort e simpatizantes. A CPAD publicou em seu último lançamento a história das Igrejas Militantes na Obra de Restauração. Até aí, tudo bem, mas, todos nós aqui jamais imaginávamos que a APOIORT seria o referencial de toda esta história linda, não que nos consideramos inferiores, mas pelo simples fato de que esse tempo todo estávamos no anonimato. Apesar de termos sido registrados em 1975 oficialmente, só em 2007 que começamos a trazer a baila toda nossa idéia e estrutura. Seria normal se neste sucinto fosse estampado com o nome da AGIORB , ou até mesmo a ordem de pastores de Acari, a OPIMOBRART, pois estes já trabalham e possuem um ótimo trabalho de marketing, mas o Espírito de Deus, que conhece tudo e todos permitiu que a APOIORT fosse mencionada junto ao registro deste documentário histórico. Tenho visto isso como um sinal de Deus!
Não poderíamos de deixar de informar a todos a respeito desta matéria publicada pela CPAD. Basta você adquirir o Dicionário do Movimento Pentecostal e ir até a página 380, e se deliciar como nosso histórico que agora está disponível a todos os Brasileiros e até mesmo aos nossos irmãos fora do País.
Quero ainda aqui, agradecer ao pastor Isael de Araújo, autor e a CPAD, por nos honrar.

Pastamos uma parte deste comentários para que nossos irmãos vejam e se alegrem com o progresso desta abra e em especial a Associação dos Pastores Obreiros e igrejas em Obra de Restauração.
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Veja imagens abaixo.

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