Igrejas em Obra de Restauração » Sermões

Arquivado por ‘Sermões’ Categoria

2
jul

Julgados Pelo Que Somos

   Postado por: Daniel Alves Pena

‘Do que há em abundância no coração, disso fala a boca.’ (Mt 12.34)

Pr. Adriano Moreira

Pr. Adriano Moreira

O que somos é revelado através do que falamos, sentimos, fazemos, pensamos e imaginamos. Não há como deixar de se auto-revelar na existência diária. Por isso Jesus foi repetitivo ao dizer que ‘pelos frutos se conhece a árvore’. Significando dizer que somos conhecidos pelo que produzimos na vida.

Assim posto, fica claro que o critério de juízo divino não repousa simplesmente sobre o que realizamos e possuímos nesta vida, mas sobre o que semeamos como resultado do que somos. Desta verdade extraímos alguns princípios:

Tudo o que fazemos é fruto do que somos.
Esta é uma verdade insofismável e inegável. Por esta razão Jesus disse que a única possibilidade de se conhecer a verdade a respeito do próximo era pela vida do exame de seus frutos. Ele disse: ‘… porque pelo fruto se conhece a árvore’. Acrescentou dizendo: ‘O homem bom tira boas coisas do seu bom tesouro, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más’. Apesar disso não nos servir como álibi para praticarmos o juízo a respeito do próximo, nos serve de instrumento de discernimento e identificação da verdade no ser. Portanto, frutos falam mais de nós do que dons e talentos. Nunca se esqueça disso!

Tudo o que colhemos é fruto do que semeamos.
Esta é outra verdade impossível de ser negada na caminhada da vida. Mesmo os que são perdoados por Deus não deixam de colher os frutos do que semearam na vida, a exemplo de Davi, Moisés e o ladrão da cruz. Isto convoca-nos a existência com responsabilidade e a vida com seriedade. O perdão divino não anula as conseqüências do que se semeou. Aí, de vez enquanto, eu encontro alguém reclamando da vida, e a pergunto: Como sua vida pode ser de paz, tranqüilidade, amor, esperança, bênçãos e vitória se o que você semeia é só discórdia, ódio, desamor, rancor, inveja, ambição e inimizade? Impossível de ser diferente. Nem Deus muda um quadro destes! Já disse Paulo aos Gálatas que ‘… tudo o que o homem semear, isso também ceifará’. Por isso, viva de maneira responsável!

Tudo o que somos é fruto do que cremos.
Este processo é sistemático: semeamos o que somos e somos o que cremos. Seremos sempre produto do que cremos. Então se desejamos ter vida com qualidade e em abundância, devemos crer na Palavra da Vida. Por esta razão Paulo disse aos Gálatas que ‘a fé opera pelo amor’. Uma vez a Palavra da verdade em nós; viveremos em conformidade com ela. Portanto, se quisermos semear o bem para o bem de nós e dos outros, será imprescindível moldarmos os nosso ser pelo Evangelho de Jesus em nós, a fim de que ‘andemos em novidade de vida’.

Pense nisso!

2
mar

Generosos em perdoar

   Postado por: Daniel Alves Pena

Evangelho segundo São Mateus capitulo 18 versículos 21 a 34

Pr. Julio Fagner Ferreira Santiago

Pr. Julio Fagner Ferreira Santiago

21 Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?
22 Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.
23 Por isso o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos;
24 E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;
25 E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse.
26 Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
27 Então o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
28 Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.
29 Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
30 Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
31 Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.
32 Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.
33 Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?
34 E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.

Perdoar se não for a primeira e a segunda maior dificuldade em meio aos cristãos, o homem interior não aceita ser desconsiderado, difamado ou até afrontado seja dentro de seu modo de pensar ou em suas atitudes.
- Quem ele pensa que é.
- Se ele quiser, que venha falar comigo.

Pedir perdão a Deus por nossos pecados e queremos que sejamos perdoados é fácil, mas perdoar a quem nos ofende ou está em falta conosco e muito difícil.
Muitas das vezes nos colocamos sem percebermos no lugar do servo que devia dez mil talentos.
Pedimos a Deus sua generosidade, mas nos mesmos não sabemos ser generosos em perdoar.
Temos magoas que mancham nossos corações e nos afastam da presença do senhor.
Quando digo nos afastam, me refiro o afastar espiritualmente, pois mesmo dentro da igreja é como se não estivéssemos.
Não conseguimos perdoar nossos filhos pelos seus erros, guardamos mágoas antigas em nossos baús da ignorância.

Imagine se Deus te ordena-se a ir evangelizar um grupo de pessoas e que estas fossem exatamente as que você tem problemas.
Como seria sua reação, como convence-los de que Jesus salva e liberta se você não está liberto do apego (orgulho próprio) as coisas materiais e o seu modo de pensar sobre o que é certo ou errado.
Será que faria como Jonas?
Primeiro que nenhuma delas daria credito a sua palavra, pois você é como elas, movido pela carne e não pelo espírito.
Como convencê-los se você ainda não esta convencido da essência do verdadeiro evangelho.

2
fev

Para que todos sejam um

   Postado por: Daniel Alves Pena

Introdução

Para que todos sejam um, como tu, ó pai, o és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. João 17.21

Pastor Luiz Fernando Maximo Silvério

Pr. Luiz Fernando Maximo Silvério

João era filho de um mestre pescador que tinha empregados (Mc 1.20), e de Salomé, uma das mulheres que ministravam ao Senhor com seus bens (Lc 8.3). Disto, e do fato de ter sua própria casa em Jerusalém (Jo 19.27), é evidente que tinha posses que lhes proporcionavam certo conforto.

O seu livro é o último dos livros inspirados escritos (uns 50 anos depois da ascensão); é de todos os evangelhos o mais profundo. Tem sido chamado “o âmago de Cristo”, porque revela o próprio coração de Jesus, e é o âmago também do Eterno.
A Bíblia Explicada – pág. 373.

Obra de Restauração.
As raízes são profundas se observarmos verá que no fim do século XVI e no inicio do século XVII, homens de Deus já se preocupavam com as ordenanças tais como: Lava-pés, Santa Ceia, Batismo em rio, osculo santo etc.. ((Morgan Edwards 1722-1795); Erasmo de Rotesdam 1466-1536) e outros. Portanto a Obra de Restauração é um processo profundo e glorioso.

A década de 60 foi marcada por intensa movimentação político, artística e cultural, no Brasil e no exterior. E no ambiente de expectativa com os acontecimentos eis que o Senhor da o Brado da Restauração da sua Igreja e partir de então há um desperta mento extraordinário, quando, pastores, obreiros e crentes de vários seguimentos evangélico do Brasil ouvem esse Brado e se unem a fim de restaurar as ordenanças Bíblicas que por muito tempo estavam esquecidas.

Com o avanço da tecnologia tornou-se possível reaver faces que há anos desejamos rever; e hoje podemos encontrar esse elo da Obra da Restauração pela Internet. Os mais velhos recordam e os mais jovens se surpreendem com a grandeza da Obra que Deus levantou. “Esta Obra que Deus levantou é Restauração que o Senhor falou.”

Ano do Jubileu – Obra da Restauração.
Nee 4.19 – “Grande e Extensa é a Obra, e nós estamos apartados do muro, longe uns dos outros.”

Vejamos bem o caso de Neemias na corte de Susã; ele estava bem, mas seus irmãos (Judeus) passavam por momentos de aflição. Após jejuar e orar ele informou a rei o que tanto lhe incomodava. Pergunto a você, líder competente. Que esta servindo em algum palácio desse imenso território Nacional e o muro? Quando o reedificaremos? Espero que o seu silencio seja estratégico e que no momento certo o grito possa sair da sua garganta.

Com a proximidade do ano do Jubileu é tempo de estendermos as mãos deixar as diferenças (sejam elas quais forem) de lado e convergimos para o bem comum de toda essa gente que através Web tem desfrutado das lindas mensagens dos vários seguimentos dessa Grande Obra do Senhor.

Jubileu Lev 25. 8-17 (8.também contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das setes semanas de anos te serão quarenta e nove. 9.Então, no mês sétimo, ao dez do mês, fará passar a trombeta do jubileu; no Dia da expiação, farei passar a trombeta por toda a vossa terra. 10.E santificarei o ano qüinquagésimo e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; Ano de Jubileu vos será, e tornareis, cada um a sua possessão, e tornareis, cada um a sua família. 11.O ano qüinquagésimo vos será Jubileu; não semeareis, nem segareis o que nele nascer de si mesmo, nem nele vindimarei as uvas das vides não tratadas. 12.Porque Jubileu é, santo será para vós; a novidade do campo comereis. 13.Neste Ano de Jubileu, tornareis cada um a sua possessão. 14.E, quando venderdes alguma coisa ao vosso próximo ou comprardes da mão do vosso próximo, ninguém oprima a seu irmão. 15.Conforme o número dos anos desde o jubileu, comprarás ao teu próximo; e, conforme o número dos anos das novidades, ele venderá a ti. 16. Conforme a multidão dos anos, aumentarás o seu preço; e, conforme a diminuição dos anos, abaixarás o seu preço; porque, conforme o número dos anos das novidades, é que ele te vende. 17.Ninguém, pois, oprima ao seu próximo; mas terás temor do teu Deus; porque eu sou o Senhor, vosso Deus.).

Portanto Pastores, Diáconos, Evangelistas, Irmãs do Círculo de Oração, União Feminina, Mocidade, Porteiros, Músicos, Cantores, Missionários, Presidente de Ordem de Pastores, Presidentes de Convenções, Presidente de Igreja local e congregações na Obra da Restauração, ouça o que diz o profeta Habacuque 3.2.

Ouvi, Senhor, a tua palavra e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, a notifica; na ira lembra-te da misericórdia.

Conclusão
Permita Deus que esta palavra fale profundamente e que os nossos corações
Estejam sensíveis ao brado do Senhor, pois, já é a última hora e a buzina está soando para o povo se ajuntar. Bastaram apenas 52 dias e o que se pediu foi união, esforço e muita vontade de reedificar e recuperar o tempo perdido.
I.Tes 5.24-26 (24. Fiel é o que vos chama, o qual o também o fará. 25. Irmão ore por nós. 26. Saudai a todos os irmãos com Ósculo Santo.).
Amem!

1
jan

A ADORAÇÃO DE HERODES E A VERDADEIRA ADORAÇÃO

   Postado por: Daniel Alves Pena

(Mt 2.1-11)

Pr. Wellington Antunes Gonçalves

Pr. Wellington Antunes Gonçalves

Nessa narração bíblica vemos um contraste no sentido da adoração que Deus realmente requer de um filho e de uma adoração meramente oportunista.
Vamos conhecer os personagens desse texto e entender os propósitos de cada um quando se fala de adoração:

Herodes – Era Idumeu, descendente de Esaú (Edom), era meio-judeu, tinha conhecimento dos costumes e da tradição dos judeus que favoreceu sua ascensão no governo da Judéia; era chamado de Herodes, o Grande, não só pelas suas benevolências aos judeus ou partidarismo aos romanos, mas também pela sua sagacidade e prova de crueldade até mesmo com sua esposa e filhos.

Magos do Oriente – Embora esse nome “Magos”, não devemos olhar do modo mal que a palavra possa apresentar de início. Era provavelmente uma ordem de sacerdotes e filósofos que estudavam a astrologia (obs: foram guiados por uma estrela). São chamados também de sábios e mágicos: o profeta Daniel também pertenceu a uma ordem de sábios que já existia na Babilônia. Naquela mesma época, já se ouvia falar não só pelos judeus, mas também por povos adjacentes que tinham conhecimento das profecias, que se aproximava a vinda de um Messias, ou Libertador. A isso se dá luz o fato de toda Judéia se alarmar com o motivo e a chegada dos magos.

I – A ADORAÇÃO DE HERODES ( 2. 7 – 8 )

a) É uma adoração Astuta
Ele era uma raposa. Chamou os Magos secretamente (7) Não jogava aberto. Quantos hoje estão por traz de uma aparência de humildade, mas o seu coração está longe do Senhor (Mt 15.8)

b) É uma adoração Hipócrita
Hipocrisia é o mesmo que Impostura, fingimento, simulação, falsidade e além de tudo, falsa devoção. Todas essas características desenhavam a face e o coração de Herodes ao dizer que queria “adorar o menino rei”.

c) É uma adoração Interesseira
Interesse na adoração é usar dela para interesses pessoais, políticos. Quantos não se aproveitavam da adoração do Templo gananciando seus próprios lucros (Mc 11.15)

d) É uma adoração Conturbada
Herodes sabia que iria perder o posto para um novo Rei que supostamente lhe tiraria do centro do poder e das atenções. Isso lhe conturbou, perturbou. Há crentes hoje que no culto, se ele não for o centro das atenções, como pregador oficial, o cantor mais requisitado, ele fica perturbado. São como Hamã, querem ser exaltados por todos e vive preparando forcas para os próprios irmãos.

II – A VERDADEIRA ADORAÇÃO (v.11)

É importante notar que os Magos: Não adoraram a Estrela
Não adoraram a Herodes
Não adoraram a Maria

a) Eles adoraram o Menino

1) Ofereceram Ouro – Era um presente que se apresentava aos reis – Então estavam dizendo “Esse menino é Rei” (Ap 17.14; 19.16)

2) Ofereceram Incenso – Era uma oferta que só se dava a deuses – Então estavam dizendo “Esse menino é o Filho de Deus” (Mt 27.54; Mc 1.1).

3) Ofereceram Mirra – Era uma especiaria usada no processo de embalsamento de mortos – Então estavam dizendo “Esse menino vai morrer” Isso aconteceu e nos trouxe a Salvação (1 Jo 4.14).
Ao apresentar-te diante de Deus para adoração, reconheça-o sempre como o seu Rei, como o seu Deus e como o seu Salvador. Isso faz parte da VERDADEIRA ADORAÇÃO.