No dia 9 de fevereiro de 2010 a APOIORT recebeu noticias dos trabalhos vindouros que estão sendo iniciados em Rio Grande do Sul.
Em carta endereçada a APOIORT, o Ev. Paulo César Manchado falou das necessidades e dificuldades enfrentadas na região e aguarda um novo contato.
A congregação que está em Rio Grande do Sul ainda não possui um local adequado para congregar, mas já está vendo meios para comprar um terreno na cidade de Gravataí onde construirá a primeira congregação desta Obra no Rio Grande do Sul.
Além da congregação a região possui em Santo Antonio da Patrulha no Litoral do Estado, um ponto de pregação que atende o trabalho da cidade de Camaquã, onde há na Zona Rural do município uma congregação inativa por falta de condições para atendê-la.
O objetivo é estruturar os trabalhos de Gravataí (50 km. da Capital) e Santo Antonio da Patrulha (88 km. da Capital) para então retornar a Camaquã e reativar a Congregação que lá está. Sendo assim, poderemos chegar até a zona Sul do Estado (Cidade de Rio Grande e Pelotas) onde tem sido feito contatos para levar a Obra aquela Região.

- Evangelista Paulo César Manchado
Evangelista Paulo César Manchado – Nesta oportunidade que tenho de expressar minha alegria de militar nesta Obra, quero comentar apenas dois versículos da palavra de Deus.
Assim diz as escrituras:
“Disse eu aos nobres, aos magistrados e ao resto do povo: Grande e extensa é a Obra, e nós estamos no muro mui separados, longe uns dos outros. No lugar em que ouvirdes o som da trombeta, para ali acorrei a ter conosco, o nosso Deus pelejará por nós”. Nee. 4. 19-20.
No texto descrito, Neemias começa com os “nobres”, se estende aos “magistrados”, para depois então, chegar ao povo. Isso nos traz a baila que a RESTAURAÇÃO começa na liderança para depois então, chegar ao povo. Em seguida ele se refere à Obra como: “GRANDE e EXTENÇA”, porém, denuncia a falta de união quando diz: “Estamos no muro mui separados, longe uns dos outros”.
Vendo Neemias que a Obra era grande e extensa e que havia desunião, decidiu então unir o povo, deixando bem claro que no momento em que o povo estivesse unido, a peleja não seria mais dele e nem do povo em si, mas do próprio Deus: “O nosso Deus pelejará por nós”.
Portando meus irmãos me tenho fé e a confiança de que quando estivermos todos unidos, a peleja não será mais nossa, mas do nosso Deus, e que nos momentos de dificuldades possamos declarar quantas vezes forem necessárias:
“O NOSSO DEUS PELEJARÁ POR NÓS!”
Que Deus abençoe os irmãos – ore pelo Rio Grande do Sul!




























